O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou em um podcast sobre a necessidade de aumentar as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para garantir justiça tributária. Ele mencionou que a proposta do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, busca que setores como fintechs e apostas online paguem mais impostos. Lula destacou que essa medida é importante para evitar cortes no Orçamento, que já enfrenta um bloqueio de R$ 31,3 bilhões. A Câmara dos Deputados aprovou a urgência para discutir a suspensão do decreto sobre o IOF, permitindo que o assunto seja votado diretamente no Plenário. O presidente reforçou que a ideia é que quem ganha mais pague mais, sem sobrecarregar os mais pobres. O decreto, apresentado recentemente, faz parte de um esforço do governo para ajustar suas propostas fiscais, mas enfrenta resistência de empresários e parlamentares, até mesmo de aliados do governo. Lula reiterou a necessidade de um sistema tributário mais justo, onde as contribuições sejam proporcionais à capacidade de pagamento de cada um.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, em um podcast nesta quinta-feira, 19, o aumento das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Ele destacou a importância de promover justiça tributária e mencionou a resistência do Congresso em relação às mudanças propostas.
Durante sua participação no podcast ‘Mano a Mano’, Lula afirmou que a proposta do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, busca que setores como as fintechs e as apostas online contribuam mais com impostos. O presidente explicou que o aumento do IOF é uma medida necessária para evitar cortes no Orçamento, que já enfrenta um contingenciamento de R$ 31,3 bilhões.
A urgência para discutir a suspensão do decreto sobre o IOF foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última segunda-feira, 16, com 346 votos a favor e 97 contra. Essa aprovação permite que o decreto seja votado diretamente no Plenário, sem passar pelas comissões. Lula enfatizou que a intenção é que quem ganha mais pague mais, enquanto os mais vulneráveis não sejam sobrecarregados com impostos.
O decreto, apresentado no dia 11, faz parte de um esforço do governo para recalibrar suas propostas fiscais. A resistência no Congresso reflete as críticas de empresários e parlamentares, incluindo membros da base governista, que se opuseram ao aumento das alíquotas. Lula reiterou a necessidade de um sistema tributário mais justo, onde as contribuições sejam proporcionais à capacidade de pagamento de cada cidadão.
Entre na conversa da comunidade