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Ex-chanceler colombiano buscou apoio de Trump para derrubar presidente Petro

Álvaro Leyva planejou derrubar Gustavo Petro com apoio dos EUA, revelam áudios. O ex-chanceler enfrenta forte condenação política.

O então chanceler da Colômbia, Álvaro Leyva (esquerda), conversa com o presidente Gustavo Petro durante evento no Palácio de São Carlos, em Bogotá, capital do país - 25.abr.23/Xinhua (Foto: Xinhua)
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Álvaro Leyva, ex-chanceler da Colômbia, está envolvido em uma polêmica após a divulgação de áudios que mostram sua tentativa de derrubar o presidente Gustavo Petro. Nos áudios, Leyva busca apoio dos Estados Unidos para substituir Petro pela vice-presidente Francia Márquez, chamando o presidente de “errático” e incapaz de governar. Ele sugeriu que a pressão internacional poderia ajudar na sua remoção e tentou contatar o secretário de Estado dos EUA, mas não obteve interesse da Casa Branca. Petro reagiu, chamando as ações de Leyva de “ato bárbaro e canalha de vingança” e pediu que Márquez se pronunciasse sobre o caso. Ela negou envolvimento nas conspirações e reafirmou seu compromisso com a ordem constitucional. As revelações geraram indignação na política colombiana, com figuras como Álvaro Uribe e Humberto de la Calle condenando Leyva e defendendo a democracia. Leyva, que era próximo de Petro, perdeu o cargo devido a um escândalo de corrupção, e a situação mostra a crescente polarização política no país.

O ex-chanceler da Colômbia, Álvaro Leyva, está no centro de uma controvérsia após a divulgação de áudios que revelam um plano para derrubar o presidente Gustavo Petro. Os registros, publicados pelo jornal El País, mostram Leyva buscando apoio dos Estados Unidos para substituir Petro pela vice-presidente Francia Márquez.

Nos áudios, Leyva menciona que o presidente colombiano é “errático” e incapaz de governar, sugerindo que a pressão internacional poderia facilitar sua remoção. Ele teria tentado contatar o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, para implementar essa estratégia. No entanto, a Casa Branca não demonstrou interesse em apoiar a proposta.

Petro reagiu às revelações, classificando as ações de Leyva como um “ato bárbaro e canalha de vingança”. O presidente, que já enfrentou acusações de traição, exigiu que sua vice se pronunciasse publicamente sobre o caso. Francia Márquez negou qualquer envolvimento nas conspirações e reafirmou seu compromisso com a ordem constitucional.

Reações Políticas

As revelações provocaram indignação na classe política colombiana. Figuras como Álvaro Uribe e Humberto de la Calle condenaram as ações de Leyva, enfatizando que a crítica política não deve se transformar em conspiração. A situação evidencia a crescente polarização política no país, onde a confiança nas instituições democráticas é constantemente testada.

Leyva, que foi um dos aliados mais próximos de Petro, perdeu o cargo após um escândalo de corrupção. A gravidade das revelações levou a um consenso entre políticos de diferentes espectros, que se uniram em defesa da democracia e do respeito às normas constitucionais.

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