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Cicatriz recente revela histórias de superação e transformação pessoal

Sete milhões de brasileiros ainda enfrentam insegurança alimentar severa, apesar da saída do Brasil do Mapa da Fome em 2024

O trabalho continua. Todos sabem da obsessão do presidente Lula para não deixar ninguém para trás (Foto: Ubirajara Machado/MDS e André Oliveira/MDS)
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  • O Brasil foi retirado do Mapa da Fome em 2024, com menos de 2,5% da população em risco de subnutrição.
  • O anúncio ocorreu durante a 2ª Cúpula das Nações Unidas sobre Sistemas Alimentares, em Adis Abeba, na Etiópia.
  • Apesar da conquista, 7 milhões de brasileiros ainda enfrentam insegurança alimentar severa.
  • O governo Lula lançou o plano Brasil Sem Fome, que inclui mais de 80 ações de diferentes ministérios.
  • A insegurança alimentar moderada afeta 28,5 milhões de pessoas, com maior incidência em lares chefiados por mulheres e nas regiões Norte e Nordeste.

O Brasil foi retirado do Mapa da Fome em 2024, com menos de 2,5% da população em risco de subnutrição. O anúncio foi feito durante a 2ª Cúpula das Nações Unidas sobre Sistemas Alimentares, em Adis Abeba, na Etiópia. O presidente Lula celebrou a conquista, mas alertou que 7 milhões de brasileiros ainda enfrentam insegurança alimentar severa.

O governo Lula implementou o plano Brasil Sem Fome, que integra mais de 80 ações de diversos ministérios. O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, destacou a importância de continuar o trabalho para alcançar os mais vulneráveis. A insegurança alimentar moderada afeta 28,5 milhões de pessoas, refletindo a incerteza sobre a capacidade de garantir três refeições diárias.

A trajetória do Brasil no combate à fome é marcada por altos e baixos. Após ser excluído do Mapa da Fome em 2014, o país voltou a enfrentar a crise durante a pandemia de Covid-19. Especialistas apontam que a insegurança alimentar já era um problema antes da pandemia, com sinais de regressão social desde 2017. O economista Francisco Menezes alertou para os riscos de retrocesso nas políticas sociais.

O governo anterior, sob Michel Temer e Jair Bolsonaro, promoveu cortes em programas de combate à fome, o que agravou a situação. A reestruturação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) e a recriação do Consea são passos importantes para enfrentar os desafios atuais.

Apesar dos avanços, a insegurança alimentar ainda é mais prevalente em lares chefiados por mulheres, especialmente negras, e nas regiões Norte e Nordeste. A recuperação dos estoques reguladores da Conab e o fortalecimento das políticas públicas são essenciais para garantir a segurança alimentar no Brasil.

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