- O Conselho Diretor do Flamengo convocou uma reunião para segunda-feira, 11, para apresentar resultados da concessão do Maracanã.
- O encontro visa justificar a posição contrária à construção de um novo estádio na região portuária do Rio de Janeiro.
- O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, apresentará dados sobre a redução dos custos do Maracanã desde 2024.
- Os planos para o novo estádio, idealizados pelo ex-presidente Rodolfo Landim, estão paralisados.
- A situação do terreno do Gasômetro aguarda a assinatura final do acordo, que foi adiada para estudos de viabilidade econômica.
O Conselho Diretor do Flamengo convocou uma reunião para segunda-feira, 11, com o intuito de apresentar aos conselheiros os resultados da concessão do Maracanã, que o clube divide com o Fluminense. O encontro também servirá para que a atual administração, liderada por Luiz Eduardo Baptista, o Bap, justifique a posição contrária à construção de um novo estádio na região portuária do Rio de Janeiro.
Durante a reunião, Bap deve apresentar dados que demonstram a redução dos custos do Maracanã desde o início da gestão conjunta dos clubes, que se iniciou em 2024. Esses números visam reforçar a argumentação de que o projeto de um novo estádio, idealizado pelo ex-presidente Rodolfo Landim, não é viável economicamente. Desde que Bap assumiu, os planos para o novo estádio estão paralisados.
Situação do Terreno do Gasômetro
O terreno do Gasômetro, adquirido em leilão no final do ano passado, aguarda a assinatura final do acordo, que foi adiada pela nova gestão. Bap solicitou um prazo maior para realizar estudos de viabilidade econômica mais robustos, adiando o prazo inicial de 60 dias. A oposição no clube critica essa decisão, alegando que o presidente está desrespeitando acordos ao postergar a definição sobre o terreno.
Há a possibilidade de que o resultado do leilão seja anulado, o que resultaria na devolução do dinheiro ao Flamengo e na reintegração do espaço à Caixa Econômica Federal. A situação depende também da atuação da Prefeitura do Rio, que intermediou o acordo e se mantém à disposição para ajudar, conforme reiterado pelo prefeito Eduardo Paes no último mês.
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