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Tarcísio pede autorização para visitar Bolsonaro em prisão domiciliar por razões humanitárias

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, visita Jair Bolsonaro em prisão domiciliar para discutir questões humanitárias e políticas

Jair Bolsonaro acompanhado de Tárcísio Gomes de Freitas. (Foto: Alan Santos/PR)
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  • O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, pediu autorização ao Supremo Tribunal Federal (STF) para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar desde 4 de setembro.
  • Tarcísio justificou a visita com razões “humanitárias” e “político-institucionais”.
  • A visita foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes e está marcada para 7 de agosto.
  • Moraes já havia permitido visitas de familiares, mas com restrições, como a proibição de celulares.
  • Tarcísio criticou a prisão de Bolsonaro, chamando-a de “absurda” e afirmando que ele foi “julgado e condenado muito antes”.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar desde 4 de setembro. Tarcísio justificou o pedido com razões “humanitárias” e “político-institucionais”. A visita está agendada para 7 de agosto.

O pedido foi protocolado junto ao ministro Alexandre de Moraes, que impôs a prisão domiciliar a Bolsonaro devido ao descumprimento de medidas cautelares, incluindo a proibição de uso de redes sociais. Moraes já havia autorizado visitas de familiares, mas com restrições, como a proibição de celulares e gravações.

Tarcísio, que se apresenta como “correligionário e amigo” de Bolsonaro, destacou a importância do encontro em um momento delicado para o ex-presidente, que enfrenta desafios legais. O governador criticou publicamente a prisão, chamando-a de “absurda” e afirmando que Bolsonaro foi “julgado e condenado muito antes”.

Além de Tarcísio, outras autoridades também solicitaram visitas, incluindo a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, e deputados federais. A situação de Bolsonaro continua a gerar debates sobre liberdade de expressão e direitos políticos, enquanto seus aliados pressionam por sua libertação.

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