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Velório de Giulia Righetto, vítima de desabamento em Salvador, ocorre em Londrina

- O desabamento na Igreja de São Francisco causou a morte de Giulia Righetto, 26 anos. - O velório de Giulia ocorre em Londrina, enquanto sua amiga Ludmila está hospitalizada. - O Iphan já havia alertado sobre a necessidade de restauração do imóvel histórico. - Professor Luiz Alberto de Freire critica a falta de manutenção em patrimônios na Bahia. - A Igreja Católica e órgãos como Iphan e Ipac têm responsabilidade na conservação.

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Giulia Panchoni Righetto, de 26 anos, vítima do desabamento do teto da Igreja de São Francisco de Assis, em Salvador (BA), será velada a partir das 15h deste sábado (8) em Londrina (PA). Natural de Ribeirão Preto (SP), a jovem tinha laços familiares na cidade paranaense. O sepultamento ocorrerá no domingo (9) no cemitério e […]

Giulia Panchoni Righetto, de 26 anos, vítima do desabamento do teto da Igreja de São Francisco de Assis, em Salvador (BA), será velada a partir das 15h deste sábado (8) em Londrina (PA). Natural de Ribeirão Preto (SP), a jovem tinha laços familiares na cidade paranaense. O sepultamento ocorrerá no domingo (9) no cemitério e crematório Parque das Allamandas.

O acidente aconteceu na última quarta-feira (5), quando Giulia visitava a igreja acompanhada do namorado e amigos. Ela faleceu devido aos ferimentos, enquanto uma amiga, Ludmila Steffen Celaschi, recebeu atendimento hospitalar. Os namorados não sofreram ferimentos. Giulia era formada em Comunicação Social e trabalhava em uma multinacional americana, compartilhando frequentemente suas viagens nas redes sociais.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) informou que a igreja é gerida pela Ordem Primeira de São Francisco e destacou ações de preservação, como o restauro de azulejos concluído em maio de 2023. No entanto, em 2023, parte da estrutura já havia sido fechada devido ao risco de queda de um pináculo, e uma reportagem apontou problemas de conservação, como pinturas desgastadas e piso desnivelado.

O professor Luiz Alberto de Freire, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), criticou a falta de manutenção do patrimônio histórico, alertando que a tragédia era previsível. Ele mencionou outros edifícios em risco e destacou a responsabilidade da Igreja Católica e dos órgãos de preservação, como o Iphan e o Ipac, na conservação preventiva das estruturas.

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