Uma bebê de oito meses, chamada Yohana Maitê Filgueira Costa, morreu em Natal após comer açaí com granola. A polícia confirmou que a causa da morte foi envenenamento por chumbinho, uma substância tóxica. O alimento foi enviado de forma anônima para Geisa de Cássia Tenório Silva, prima da mãe da criança, que também comeu a granola e ficou internada em estado grave, mas recebeu alta depois. A família recebeu entregas misteriosas por três dias, incluindo um urso de pelúcia e chocolates, antes do açaí. Após consumir o açaí, tanto Geisa quanto Yohana passaram mal, e a bebê morreu a caminho do hospital. A polícia está investigando quem enviou os alimentos e já ouviu testemunhas sobre as entregas.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte confirmou que a morte de uma bebê após consumir açaí com granola em Natal foi causada por envenenamento. O exame de perícia identificou a presença de chumbinho, uma substância tóxica. A criança faleceu em 14 de abril.
De acordo com familiares, a prima da mãe da bebê, Geisa de Cássia Tenório Silva, recebeu o alimento por meio de um entregador anônimo. Ela consumiu o açaí e dividiu a granola com a bebê. Geisa ficou internada em estado grave, mas recebeu alta no final de abril. A polícia investiga a origem do alimento e já ouviu testemunhas sobre as entregas.
Entregas Anônimas
As entregas anônimas à casa da família, localizada no bairro Felipe Camarão, levantaram suspeitas. Durante três dias, Geisa recebeu produtos de motociclistas sem identificação. A primeira entrega, em 13 de abril, incluía um urso de pelúcia e chocolates, que foram consumidos sem problemas.
No dia seguinte, Geisa recebeu o açaí com granola. Após o consumo, ambas passaram mal. A bebê morreu dentro da ambulância, a caminho da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade da Esperança. Geisa foi medicada e liberada, mas uma nova porção de açaí enviada à casa provocou outra crise.
Investigação em Andamento
Após essa nova crise, Geisa foi transferida para o Hospital Regional de Macaíba, onde ficou na UTI. Médicos levantaram a hipótese de intoxicação e recomendaram que a família procurasse a polícia. A investigação segue em andamento, com novas testemunhas sendo intimadas para prestar esclarecimentos sobre o caso.
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