- Nove meses após o furacão Helene, moradores da Carolina do Norte relatam progressos na recuperação, mas ainda enfrentam desafios.
- Cidades como Marshall e Hot Springs lutam para se reerguer após inundações severas.
- Korey Hampton, proprietária da French Broad Adventures, e Josh Copus, dono do Old Marshall Jail Hotel, destacam as dificuldades e a necessidade de apoio federal.
- A prefeita de Marshall, Abby Norton, informa que a recuperação está apenas 40% concluída e que o processo é mais lento do que o esperado.
- A comunidade se uniu para ajudar na recuperação, apesar das divisões políticas, enquanto aguardam apoio federal e enfrentam a burocracia.
Nove meses após a devastação causada pelo furacão Helene, moradores da Carolina do Norte relatam progressos na recuperação, mas ainda enfrentam desafios significativos. As pequenas cidades, como Marshall e Hot Springs, lutam para se reerguer após inundações severas que deixaram marcas profundas na comunidade.
Korey Hampton, proprietária da French Broad Adventures, observa melhorias diárias enquanto trabalha ao longo do rio, mas ainda é assombrada por lembranças do desastre. “É difícil voltar ao normal”, afirma. A empresa, que oferece atividades ao ar livre, também se envolveu em resgates durante a catástrofe. Josh Copus, dono do Old Marshall Jail Hotel, compartilha uma experiência semelhante, destacando a rapidez com que as águas subiram, surpreendendo a todos.
Em Marshall, alguns negócios reabriram, mas muitos ainda estão fechados, aguardando ajuda financeira. A cidade enfrenta a necessidade urgente de reconstruir infraestruturas, como pontes e sistemas de drenagem. A prefeita Abby Norton reconhece que a recuperação está apenas 40% concluída e que o processo é mais lento do que esperava. “Ainda temos um ano ou dois pela frente”, diz.
A comunidade se uniu em um esforço coletivo para a recuperação, ignorando divisões políticas. Amy Rubin, proprietária da Big Pillow Brewing, enfatiza a importância de ajudar uns aos outros, independentemente de afiliações partidárias. “O que importa é a comunidade”, afirma.
Os moradores ainda aguardam apoio federal, enquanto lidam com a burocracia e a falta de comunicação. Hampton e Copus concordam que a verdadeira força da cidade reside nas pessoas, que continuam a trabalhar juntas para superar os desafios impostos pela tragédia.
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