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Ricardo Amaral revela os locais icônicos que definiram as noites de Copacabana

Ricardo Amaral relembra os locais que moldaram a vida noturna de Copacabana e a evolução da boemia carioca ao longo das décadas.

O empresário Ricardo Amaral no Golden Room, no Copacabana Palace (Foto: Antonio Nery/3-9-1981)
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  • Ricardo Amaral, conhecido como o Rei da Noite Carioca, é uma figura emblemática da vida noturna de Copacabana.
  • Aos 84 anos, ele gerenciou diversas casas noturnas icônicas na região.
  • Amaral destaca locais como Sacha’s e The Black Horse como seus preferidos, mencionando a importância deles na boemia carioca.
  • Ele recorda o espetáculo Skindô, que estreou em 1961, e o restaurante Bife de Ouro, que era frequentado pela elite.
  • Amaral também menciona a evolução da noite em Copacabana, com espaços como a Jirau e o Freds, que atraíam diferentes públicos ao longo das décadas.

Ricardo Amaral, aos 84 anos, é uma lenda da vida noturna carioca, conhecido como o Rei da Noite Carioca. Ele gerenciou diversas casas noturnas icônicas em Copacabana, que foram o coração da boemia carioca por décadas. Amaral reflete sobre a evolução da noite no bairro, que hoje oferece uma variedade de opções.

Entre os locais que marcaram sua trajetória, Amaral destaca o Sacha’s e o The Black Horse como seus preferidos. O Sacha’s, fundado por um pianista que atuava na Vogue, tornou-se um ponto de encontro para políticos e celebridades. O Black Horse, por sua vez, era famoso por suas danças de chá-chá-chá, atraindo um público animado.

Memórias de Copacabana

Amaral também recorda o espetáculo Skindô, que estreou em 1961 no Golden Room, com quase cem artistas e melodias de Tom Jobim. Ele menciona o Bife de Ouro, um restaurante no Copacabana Palace que era o ponto de encontro da elite carioca. Outro marco foi a boate Meia-Noite, que introduziu pratos como picadinho e estrogonofe, adaptando-se ao gosto dos frequentadores.

O empresário lembra ainda de espaços como a Vogue, que abrigou a alta sociedade até ser destruída por um incêndio em 1955, e o Drink, uma boate mais boêmia, onde artistas como Djalma Ferreira e Miltinho se apresentavam. O Au Bon Gourmet também é mencionado, famoso por seus shows de grandes nomes da música brasileira.

A Evolução da Noite

Amaral destaca a Jirau, a primeira discoteca do Rio, que atraía a juventude com suas músicas lentas de Frank Sinatra. O Freds, na Avenida Princesa Isabel, era conhecido por seus espetáculos de vedetes, enquanto o Zum Zum oferecia uma versão mais sofisticada do Beco das Garrafas, com shows de artistas renomados.

O empresário conclui sua reflexão sobre a vida noturna de Copacabana, ressaltando a importância desses locais na formação da cultura carioca. Com uma trajetória rica e cheia de histórias, Ricardo Amaral continua a ser uma referência na cena noturna do Rio de Janeiro.

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