- O kilt (saiote escocês) vem de uma túnica de lã chamada plaid, usada desde o século VI a.C. pelos celtas nas terras altas da Escócia.
- O tecido xadrez, chamado tartan, identificava os clãs de cada região, já que os padrões variavam conforme a região.
- As calças só ganharam presença nas Ilhas Britânicas com os anglo-sassões, a partir do século V.
- No século XIX, o movimento romântico tentou transformar as saias de lã em símbolo nacional, gerando resistência entre moradores das planícies que preferiam calças.
- Hoje é comum ver homens usando kilt nas cidades da Escócia, consolidando-se como parte da moda e da identidade nacional.
O kilt, ou saiote escocês, é a versão atual de uma túnica de lã chamada plaid. Sua origem exata é incerta, mas a adoção pelos celtas das Highlands remonta ao menos ao século 6 a.C. na Escócia.
O tecido xadrez, conhecido como tartan, identifica clãs e regiões. A lã protege do frio e da umidade das montanhas, característica essencial para quem vivia nos ambientes montanhosos.
No século 19, o movimento romântico ajudou a consolidar o kilt como símbolo nacional. Em contrapartida, moradores das planícies, que preferiam calças, viam o kilt como sinal de distinção regional.
Contexto histórico
A moda ganhou popularidade entre os homens das cidades escocesas, integrando o vestuário cotidiano e cerimonial. Hoje o kilt é encontrado em diferentes contextos, mantendo sua presença na vida pública e cultural da Escócia.
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