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Cobogó: símbolo da arquitetura brasileira e sua história

Cobogó, símbolo brasileiro, atravessa décadas em projetos de Casulo, CoDA, Pixel, Ketlein Amorim e outros, ampliando ventilação, iluminação e identidade arquitetônica

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  • A história do cobogó é apresentada como símbolo brasileiro, com foco em diferentes projetos e usos na arquitetura.
  • Destaques de escritórios que trabalham o tema incluem Casulo, CoDA Arquitetura, André Braz, Pixel Arquitetura, Eder Alencar e André Velloso, Ketlein Amorim, Marcella Schiavoni e Felipe Zorzeto.
  • As imagens ilustrativas mostram cobogós em diversas situações: cozinhas, banheiros, fachadas, escadas, áreas externas e piscinas.
  • A matéria ressalta a variedade de aplicações, evidenciando o Cobogó como elemento de design presente em residências e espaços de convivência.
  • Ao final, há convite para saber mais, com divulgação de fotos e créditos das equipes envolvidas.

O cobogó volta a figurar como símbolo da arquitetura brasileira, com aplicações que vão de fachadas a interiores. O desenho tradicional ganha relevo em projetos contemporâneos, mantendo a função de convivência, ventilação e iluminação natural.

A divulgação traz exemplos de now projetos por escritórios nacionais, mostrando como o elemento pode ser parte de cozinhas, banheiros, áreas externas, escadas e fachadas. As imagens destacam a diversidade de usos e estilos.

Projetos em evidência

Diversos escritórios apresentam o cobogó em propostas variadas, mantendo a geometria como trunfo estético e técnico. As soluções vão desde ambientes integrados até zonas de transição com passagem de luz.

Representantes do movimento

Entre os nomes, Casulo, CoDA Arquitetura, André Braz, Pixel Arquitetura, Ketlein Amorim, Marcella Schiavoni e Felipe Zorzeto aparecem como referências. As iniciativas ressaltam a relação entre design tradicional e soluções modernas.

Contexto e aplicação

A prática envolve desde fachadas com cobogós até peças internas como guarda-corpos, paredes divisórias e revestimentos externos. Em cada caso, o objetivo é preservar a ventilação natural sem abrir mão da identidade visual.

Conclusão parcial

As leituras de projeto indicam uma tendência de retorno ao cobogó como elemento estruturante. A adoção ocorre em residências e espaços de convivência, com foco em funcionalidade e estilo.

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