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Nomes bíblicos são os mais comuns no Brasil segundo IBGE

IBGE: Maria líder entre nomes; pico de Marias de 1960 a 1969; Gael, Ravi e Valentina crescem desde 2010; mais de 140 mil nomes e 200 mil sobrenomes

Ferramenta inédita do IBGE mapeia a identidade brasileira — O Brasil é um país formado principalmente por Marias, Josés, Silvas e Santos. De cada. Foto: Comunhão
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  • Dados do Censo 2022 do IBGE mostram Maria, Ana, José e João entre os nomes mais registrados; Maria corresponde a seis por cento da população, com 12,3 milhões de Marias, 5,1 milhões de Josés e 3,4 milhões de Joãos; Ana fica em segundo lugar entre os nomes femininos, com 3,9 milhões de registros.
  • O estudo aponta Silva como o sobrenome mais comum, com 34 milhões de pessoas (16 por cento da população); em algumas cidades de Pernambuco e Alagoas, Silva supera 60 por cento da população; Santos aparece em 21,3 milhões de registros.
  • Há aumento da diversidade: mais de 140 mil nomes e 200 mil sobrenomes catalogados; Gael, Ravi e Valentina estão em ascensão desde 2010, com Gael passando de 763 registros no início do século XXI para 96,5 mil entre 2020 e 2022.
  • O pico de nascimentos de Marias ocorreu entre 1960 e 1969, com 2,5 milhões de registros; entre 2020 e 2022 foram 517 mil. A ferramenta interativa do IBGE permite consultar ocorrência, período de nascimento e concentração geográfica dos nomes.
  • Entre homens, nomes mais comuns são Antônio (2,2 milhões), Francisco (1,6 milhão) e Pedro (1,6 milhão); entre mulheres, além de Maria e Ana, destacam-se Francisca (661 mil) e Júlia (646 mil).

Os dados do Censo 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que os nomes bíblicos continuam dominando o Brasil. Maria, Ana, José e João são os mais registrados, com 6% da população brasileira chamada Maria. Ao todo, são 12,3 milhões de Marias, 5,1 milhões de Josés e 3,4 milhões de Joãos. Ana ocupa o segundo lugar entre os nomes femininos, com 3,9 milhões de registros.

Além dos nomes, o levantamento também apontou os sobrenomes mais comuns. Silva é o mais frequente, com 34 milhões de pessoas, representando 16% da população. Em algumas cidades de Pernambuco e Alagoas, os Silva superam 60% da população. O sobrenome Santos aparece em 21,3 milhões de registros.

Tendências Emergentes

O estudo também destaca uma crescente diversidade de nomes, com mais de 140 mil nomes e 200 mil sobrenomes catalogados. Nomes como Gael, Ravi e Valentina estão em ascensão desde 2010. Para se ter uma ideia, o número de Gaels registrados saltou de 763 na primeira década do século XXI para 96,5 mil entre 2020 e 2022.

O pico de nascimentos de Marias ocorreu entre 1960 e 1969, com 2,5 milhões de registros, enquanto entre 2020 e 2022 foram apenas 517 mil. A ferramenta interativa do IBGE permite consultar a ocorrência, o período de nascimento e a concentração geográfica dos nomes, oferecendo um panorama detalhado da identidade brasileira.

Nomes em Números

Os dados revelam que, entre os homens, os nomes mais comuns incluem Antônio (2,2 milhões), Francisco (1,6 milhão) e Pedro (1,6 milhão). Para as mulheres, além de Maria e Ana, destacam-se Francisca (661 mil) e Júlia (646 mil). Essa diversidade reflete a rica tapeçaria cultural do Brasil, onde a escolha dos nomes é influenciada por tradições, religiões e tendências contemporâneas.

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