- Levantamento do Estadão aponta roubos de celular em raio de duzentos e cinquenta metros perto da Linha quatro, nas regiões da República, Paulista, Faria Lima e Higienópolis.
- O estudo destaca que as ocorrências acontecem próximo às estações, com variações conforme o trecho.
- A Secretaria afirma atuar para reprimir o comércio ilegal e estatal, conforme o diagnóstico do levantamento.
- A concessionária responsável pela Linha quatro afirma que realiza segurança em áreas internas das estações e seus arredores.
- Não foram apresentados números específicos de ocorrências nem o período coberto pelo levantamento.
O jornal Estadão divulgou um levantamento sobre ocorrências de furto de celulares em um raio de até 250 metros próximo à Linha 4–Amarela do Metrô de São Paulo, envolvendo bairros da região central e da zona norte da cidade.
Segundo o levantamento, as atividades criminosas foram observadas em áreas próximas aos bairros República, Paulista, Faria Lima e Higienópolis, dentro do perímetro citado. O estudo aponta a concentração de furtos em pontos de acesso à linha, especialmente nas proximidades de estações e entradas de passagem de pedestres.
A Secretaria de Segurança Pública afirma que atua para reprimir o comércio informal e atividades ilícitas relacionadas a celulares na região, com ações de fiscalização e abordagens em áreas externas. A concessionária responsável pela linha ressalta que mantém equipes de segurança em áreas internas das estações e faixas de circulação, visando coibir furtos e aumentar a vigilância.
A abordagem das autoridades inclui reforço de presença policial, monitoramento por câmeras e cooperação com equipes de segurança privada das áreas adjacentes. O objetivo, segundo as fontes oficiais, é reduzir incidentes e ampliar a percepção de segurança para usuários da Linha 4.
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