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Psicólogo indica caminhos para crianças lidarem com o dinheiro na infância

Brad T. Klontz recomenda evitar frases definitivas ao recusar pedidos de filhos, explicando prioridades orçamentárias e ensinando o valor do dinheiro para evitar endividamento

Não temos dinheiro': em vez de dizer esta frase aos seus filhos, tente dizer esta alternativa, diz Brad T. Klondike, psicólogo
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  • O psicólogo Brad T. Klontz publicou artigo sugerindo evitar frases definitivas como “não temos dinheiro” ao conversar com os filhos.
  • Ele afirma que pedidos das crianças, influenciados pela onda do momento, podem superar o orçamento familiar e negar tudo de forma abrupta pode favorecer endividamento no futuro.
  • O autor propõe explicar o motivo da recusa e oferecer alternativas que ajudem a criança a entender o valor do dinheiro.
  • Em orçamento apertado, é possível indicar prioridades e ensinar hábitos financeiros desde cedo, mantendo o diálogo aberto e respeitoso.
  • O texto, com informações da Cadena Ser, também recomenda não desencorajar pedidos reais e usar exemplos de empreendedorismo para inspirar metas futuras.

Brad T. Klontz, psicólogo e professor, publicou um artigo que recomenda aos pais evitar frases definitivas como “não temos dinheiro” ou “não podemos comprar” ao conversar com os filhos. O texto circula sob a informações da Cadena SER e o profissional atua como membro do Conselho de Consultores Financeiros Digitais da CNBC.

Segundo o autor, crianças são imprevisíveis e podem pedir itens que ultrapassem o orçamento familiar, influenciadas pelo momento ou pelos colegas. Frases duras acabam gerando repercussões futuras, como endividamento, ou sensação de vergonha entre os pais.

Klontz aponta que recusar de forma abrupta pode favorecer comportamentos financeiros problemáticos mais tarde. Em vez disso, sugere explicar o motivo da recusa, transformando o diálogo em ensino sobre o valor do dinheiro e sobre planejamento financeiro.

Para situações de orçamento apertado, o artigo recomenda apresentar prioridades e hábitos financeiros desde cedo. Negativas abruptas devem ser substituídas por explicações transparentes que mantenham a conversa educativa e respeitosa.

Abordagens e estratégias

A proposta é manter o diálogo aberto sem desvalorizar os desejos da criança. O texto sugere alternativas para sinalizar que o pedido pode não caber no orçamento, sem criar resistência.

Além disso, incentivar exemplos de empreendedorismo e investimentos pode inspirar metas futuras. Mesmo quando o pedido é irreal, a conversa pode educar sobre metas financeiras e planejamento.

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