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Andrew Jefford descreve passeio contemplativo junto ao inlet cobalto do Adriático

Andrew Jefford revisita a costa dalmática da Croácia, destacando vinhedos, Primošten e as uvas Babić e Plavac Mali, em meio a paisagens entre terra e mar

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  • O jornalista Andrew Jefford visita a costa dalmática da Croácia, passando por Primošten e pelos vinhedos da região.
  • O texto descreve vinhedos de Babić e Plavac Mali, além de oliveiras, casas de pedra e o cenário costeiro entre morros.
  • Bepa, cujo nome é Josipa Marinov, aparece cuidando da poda dos vinhedos da família, em seus oitenta anos, cercada pela família.
  • Jefford está acompanhado pelo principal cronista de vinhos da Croácia, Saša Špiranec, e pelo professor de enologia Leo Gracin, que também atua em uma vinícola próxima.
  • A crônica ressalta a diversidade e a tradição da região, destacando a conexão entre terra, mar e pessoas, e o desejo de retornar para novas descobertas.

Andrew Jefford apresenta mais uma crônica sobre a costa dalmática da Croácia, destacando vinhedos, vilarejos como Primošten e uvas como Babić e Plavac Mali. O texto revisita cenários, pessoas e a cultura vinícola da região.

O relato envolve ainda Saša Špiranec, jornalista especializado em vinhos, e Leo Gracin, professor de enologia da Universidade de Split. A figura de Bepa (Josipa Marinov) surge como eixo humano da narrativa, mencionada ao conduzir a poda das vinhas com seus filhos.

O episódio ocorreu num sábado de junho, pela manhã, no vilarejo de Primoštén, seguido pela travessia costeira até o inlet cobaltado do Adriático. O tom é de observação cuidadosa da paisagem, do mar e da vida rural da região.

A crônica descreve o mosaico de vinhedos, oliveiras e casas de pedra que margeiam a costa. As vinhas Babić e Plavac Mali surgem como símbolos da identidade local, associadas ao trabalho dos produtores e à herança agrícola da Dalmácia.

Vinhedos, paisagem e identidade

Primošten recebe o leitor como exemplo da convivência entre tradição e inovação. Ruas estreitas, casas brancas com telhados vermelhos e um porto sereno compõem o cenário descrito no texto. A tranquilidade da vila contrasta com a vitalidade dos cultivos.

Jefford expressa uma sensação de conexão com o território, ao destacar a relação entre o ambiente natural, as pessoas que cuidam das vinhas e a produção de vinhos que refletem o lugar. O artigo enfatiza a expressividade das variedades locais.

O relato conclui sem anúncio de novidades, reforçando que a Dalmácia oferece diversidade e tradição em harmonia. A visão é de um território capaz de revelar histórias a cada visita, constata o autor sobre a costa croata.

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