- Estima-se que o Carnaval de Belo Horizonte reúna mais de 6,5 milhões de pessoas nas ruas, com cerca de 20% do público formado por turistas.
- Dona Lucinha, na Savassi, é indicada como parada para saborear tropeiro e pratos tradicionais mineiros, com a vantagem de ficar perto dos blocos.
- Bar Pirex, na Galeria São Vicente, e a Panificadora Colombina, no Floresta, são sugeridos como opções rápidas entre blocos, com petiscos e bufês variados.
- Forno da Saudade, em Carlos Prates, oferece pizzas artesanais assadas no forno a lenha, com cardápio reduzido durante o Carnaval e shows esporádicos.
- Terraço Niê, na Praça Sete, oferece vista panorâmica do hipercentro e menu com influências mineiras e internacionais, ideal para acompanhar a folia.
A Belo Horizonte se prepara para o Carnaval, com 612 blocos e mais de 660 cortejos distribuídos pela cidade. A Belotur projeta que cerca de 20% do público seja formado por turistas, totalizando mais de 6,5 milhões de foliões nas ruas.
O objetivo é aproveitar a folia sem perder o ritmo, combinando festas com paradas para alimentação. Ouvidos pela reportagem, oito belo-horizontinos indicam restaurantes e bares que agradam quem quer comer bem entre um bloco e outro.
Aline Calixto, cantora e compositora
Aline Calixto sugere o Dona Lucinha, referência da cozinha mineira tradicional. Ela destaca a tradição do local e a qualidade do tropeiro, além da localização na Savassi, próximo a diversos blocos.
Dona Lucinha
Inaugurado em 1990, o restaurante preserva técnicas afro-indígenas e portuguesas. O cardápio valoriza ingredientes regionais. Logo que chega, a porção de linguiça com torresmo é um tira-gosto recomendado. O feijão tropeiro sai completo, com arroz, linguiça, torresmo, ovo e couve.
Virgínia Sasdelli, jornalista e influenciadora
Virgínia indica o Pirex e a Padaria Colombina para se abastecer entre um bloco e outro. O Pirex oferece petiscos práticos, enquanto a Colombina, no Floresta, serve bufê de lanche para lidar com a folia.
Bar Pirex
Localizado na Galeria São Vicente, o bar tem vista para a Praça Raul Soares e oferece petiscos como barquete de salpicão, azeitonas com pimenta biquinho e pele de frango crocante, além de coquetéis simples. O horário de Carnaval varia conforme o dia.
Padaria Colombina
Padaria tradicional do Floresta, funciona cedo com bufê de café da manhã, almoço e café da tarde. Durante o Carnaval, há opções de pizza assada no forno a lenha a partir das 14h.
Di Souza, cantor e compositor
Di Souza recomenda o Forno da Saudade, espaço ao ar livre na praça Carlos Prates, com shows carnavalescos e pizzas em formato de 22 cm. O cardápio inclui pizzas artesanais assadas na pedra, com opções como Marguerita e Linguiça com couve e gema curada.
Forno da Saudade
Casarão dos anos 1930 abriga o forno a lenha e pizzas de massa artesanal. O local funciona em horários específicos durante o Carnaval, com atendimento na praça e música ao vivo em alguns dias.
Nenel, jornalista
Nenel indica o Mineirinho 1, uma casa centenária no centro que oferece pratos fartos da culinária mineira. O destaque fica para a feijoada de sábado e opções como tropeiro, carne de sol com mandioca, além de mais de 30 pratos.
Mineirinho 1
Balcão conhecido por comida mineira farta e acessível. O cardápio inclui feijoada, tropeiro, arroz, feijão, frango assado, maionese e saladas. O local funciona diariamente, atendendo até a madrugada.
Cris Pàz, comunicadora e escritora
Cris recomenda o Pacato, que abre aos finais de semana com menu para compartilhar. O chef Caio Soter utiliza ingredientes mineiros em propostas contemporâneas, com pratos que priorizam diversidade de sabores.
Pacato
O cardápio sugere porções para dividir, com pratos de estilo contemporâneo mineiro. Opções incluem picanha de sereno para duas pessoas e guarnições variadas, como arroz de cebola com crocante e tubérculos na brasa.
Pedro Lobo, empresário gastronômico
Pedro Lobo aponta o Terraço Niê, no 15º andar do prédio assinado por Oscar Niemeyer, com vista para o Centro. O chef Victor Zulliani desenvolve um cardápio que viaja por países que marcaram a arquitetura de Niemeyer, combinando tapas e refeições com vista privilegiada.
Terraço Niê
Localizado na Praça Sete, oferece visão ampla do hipercentro. Entre as opções aparecem camarão com pupunha, croissant de salmão defumado e sanduíche de linguiça caipira com fonduta de queijo Minas e goiabada com vinho.
Bruna Rezende, chef e proprietária do A Porca Voadora
Bruna recomenda o Bar do Antônio e Marcão, no Vera Cruz, conhecido por tira-gostos como jiló empanado e torresmo com conserva. O ambiente oferece mesas na calçada e opções para acompanhar o calor do Carnaval.
Bar do Antônio e Marcão
Bairro Vera Cruz, o bar tem mais de um século de atuação botequeira. Entre os tira-gostos estão jiló empanado, torresmo com conserva e almondêga recheada. O funcionamento durante o Carnaval varia entre horários de sexta a domingo, com fechamento na segunda.
Felipe Martins, arquiteto e sócio do Made in Beagá
Felipe recomenda o Chopp da Fábrica, famoso pelas madrugadas. O mexidão, prato tradicional com arroz, feijão, carne desfiada, ovo, couve, torresmo e linguiça, é destaque. A casa funciona até as primeiras horas, mesmo durante o Carnaval.
Chopp da Fábrica – Santa Efigênia
Unidade de Santa Efigênia funciona com atendimento até as 5h nos dias de folia. O cardápio inclui o mexidão e o parmegiana di spahghetti, com preços listados no cardápio da casa.
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