- Realizei a volta ao mundo em cinquenta dias usando passagem Round The World, emitida com milhas, em classe econômica ou executiva.
- Sete paradas: Chicago, Japão (Tóquio e Kyoto), Shanghai, Bangkok, Istambul e África (Moçambique e África do Sul — Joanesburgo e Cidade do Cabo).
- O planejamento incluiu regras, vistos e clima; viajei na baixa estação para reduzir aglomerações, manter preços e ter mais opções de voos; viajei sozinha.
- Durante a viagem, usei cartão de débito global e chip internacional; em Shanghai recuperei o uso de dinheiro vivo; conheci pessoas e marquei momentos como meu aniversário em Bangkok.
- Ao final, uma nova lista de destinos já começou a ser elaborada para a próxima volta ao mundo.
Realizei o sonho de dar a volta ao mundo sozinha em 50 dias, usando passagem Round The World. A viagem incluiu sete paradas e exigiu planejamento intenso, com foco em regras, vistos, clima e segurança. A escolha foi viajar na baixa estação para reduzir fluxo de turistas e facilitar as conexões.
Diferentes países compõem o itinerário final, que começou em Chicago, nos Estados Unidos, antes de seguir ao Japão. A autora descreve a experiência como uma mistura de novos destinos e lugares já conhecidos, buscando equilíbrio entre adrenalina e conforto.
Sobre a passagem RTW
A autora explica que a passagem Round The World permite estabelecer o roteiro e as paradas com flexibilidade, incluindo opções econômicas ou executivas e até emissão com milhas. A ideia é combinar custos atrativos com liberdade de escolha.
Chicago abriu a viagem com bairros, arte, história e arquitetura. O primeiro contato com o Japão ocorreu em Tóquio, onde a diferença de fuso horário exigiu adaptação, mas a cidade foi descrita como fascinante, com ritmo intenso e muitos atrativos.
Japão, China e Sudeste Asiático
Do Japão, seguiu-se para Kyoto, com visita a templos e paisagens tradicionais. Na China, Shanghai foi a segunda cidade da parte asiática, destacando-se pela modernidade e pela energia urbana. Em Bangkok, a capital tailandesa, houve exploração de templos, mercados e vida noturna, além de celebração de aniversário com amigos.
Istambul, na Turquia, foi descrita como cidade cosmopolita entre continentes, com dias ensolarados e passeios pelos bairros históricos e modernos. Na sequência, desembarcou-se no continente africano, com foco nas belezas naturais de Moçambique.
África: Moçambique e África do Sul
Em Benguerra e no archipélago de Bazaruto, foi observada a natureza exuberante. O Kisawa Sanctuary, hotel sustentável na região sul da ilha, foi destaque entre as hospedagens da viagem. Na África do Sul, Joanesburgo e Cidade do Cabo receberam atenção pela cultura local e pela diversidade de safáris e paisagens.
Ao final da viagem, no aeroporto da Cidade do Cabo, a autora registrou o desejo de planejar uma próxima volta ao mundo, já mantendo uma lista de destinos que quer visitar no futuro.
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