Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Voltei ao redor do mundo em 50 dias com passagem Round the World

Viagem solo de cinquenta dias comprova viabilidade da passagem Round The World, com planejamento detalhado, foco em segurança e perspectiva de nova volta ao mundo

Como dei a volta ao mundo em 50 dias usando passagem Round The World? — Foto: Mari Campos
0:00
Carregando...
0:00
  • Realizei a volta ao mundo em cinquenta dias usando passagem Round The World, emitida com milhas, em classe econômica ou executiva.
  • Sete paradas: Chicago, Japão (Tóquio e Kyoto), Shanghai, Bangkok, Istambul e África (Moçambique e África do Sul — Joanesburgo e Cidade do Cabo).
  • O planejamento incluiu regras, vistos e clima; viajei na baixa estação para reduzir aglomerações, manter preços e ter mais opções de voos; viajei sozinha.
  • Durante a viagem, usei cartão de débito global e chip internacional; em Shanghai recuperei o uso de dinheiro vivo; conheci pessoas e marquei momentos como meu aniversário em Bangkok.
  • Ao final, uma nova lista de destinos já começou a ser elaborada para a próxima volta ao mundo.

Realizei o sonho de dar a volta ao mundo sozinha em 50 dias, usando passagem Round The World. A viagem incluiu sete paradas e exigiu planejamento intenso, com foco em regras, vistos, clima e segurança. A escolha foi viajar na baixa estação para reduzir fluxo de turistas e facilitar as conexões.

Diferentes países compõem o itinerário final, que começou em Chicago, nos Estados Unidos, antes de seguir ao Japão. A autora descreve a experiência como uma mistura de novos destinos e lugares já conhecidos, buscando equilíbrio entre adrenalina e conforto.

Sobre a passagem RTW

A autora explica que a passagem Round The World permite estabelecer o roteiro e as paradas com flexibilidade, incluindo opções econômicas ou executivas e até emissão com milhas. A ideia é combinar custos atrativos com liberdade de escolha.

Chicago abriu a viagem com bairros, arte, história e arquitetura. O primeiro contato com o Japão ocorreu em Tóquio, onde a diferença de fuso horário exigiu adaptação, mas a cidade foi descrita como fascinante, com ritmo intenso e muitos atrativos.

Japão, China e Sudeste Asiático

Do Japão, seguiu-se para Kyoto, com visita a templos e paisagens tradicionais. Na China, Shanghai foi a segunda cidade da parte asiática, destacando-se pela modernidade e pela energia urbana. Em Bangkok, a capital tailandesa, houve exploração de templos, mercados e vida noturna, além de celebração de aniversário com amigos.

Istambul, na Turquia, foi descrita como cidade cosmopolita entre continentes, com dias ensolarados e passeios pelos bairros históricos e modernos. Na sequência, desembarcou-se no continente africano, com foco nas belezas naturais de Moçambique.

África: Moçambique e África do Sul

Em Benguerra e no archipélago de Bazaruto, foi observada a natureza exuberante. O Kisawa Sanctuary, hotel sustentável na região sul da ilha, foi destaque entre as hospedagens da viagem. Na África do Sul, Joanesburgo e Cidade do Cabo receberam atenção pela cultura local e pela diversidade de safáris e paisagens.

Ao final da viagem, no aeroporto da Cidade do Cabo, a autora registrou o desejo de planejar uma próxima volta ao mundo, já mantendo uma lista de destinos que quer visitar no futuro.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais