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Livros escritos por e para mulheres exploram sonoridade e força feminina

Dia da Mulher: obras escritas por mulheres revelam resistência, desafios e empoderamento, sem romantização, destacando a força feminina e identidade

Livros por e para mulheres — Foto: Reprodução/Instagram
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  • No dia oito de março, Dia da Mulher, celebra-se a luta feminina no Brasil e a valorização das mulheres na sociedade.
  • A lista reúne livros escritos por mulheres, indo de ficção a biografias, com foco em sonoridade, força e resistência femininas.
  • As Vitoriosas, de Laetitia Colombani, conta a trajetória de Solène, advogada que entra em burnout e começa a trabalhar em um abrigo para mulheres, escrevendo cartas e redescobrindo seu propósito; a obra também aborda Blanche Peyron, fundadora do abrigo.
  • Não Me Chame de Mãe, de Adriana Moro, acompanha uma mãe solo durante a pandemia, enfrentando dificuldades financeiras e o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista, para reconhecer sua própria força.
  • Outros títulos tratam de identidade, maternidade, violência e resistência, incluindo obras de Jeneva Rose, Aline Bei, Conceição Evaristo, Clarissa Pinkola Estés e Chris Bueno.

Dia da Mulher é celebrado no Brasil neste domingo, 8 de março, com o foco na valorização da luta cotidiana das mulheres diante de pressões sociais, dilemas e violência. A data volta a evidenciar histórias escritas por e para mulheres, destacando sonoridade, força e resiliência.

A seleção reúne obras que vão da ficção à biografia, apresentando perspectivas sobre identidade, empoderamento e vínculos cotidianos. O objetivo é oferecer leituras que inspirem robustez individual sem romantização, enfatizando a realidade feminina.

As obras enfatizam diferentes trajetórias: burnout, maternidade, maternidade solo, traços de memória e a busca por propósito. Os relatos destacam também amizades, autoconhecimento e lutas sociais, sem apelar para estereótipos.

Vitoriosas

Laetitia Colombani, conhecida por explorar temas de força feminina, narra Solène, advogada que entra em burnout após presenciar o suicídio de um cliente. Ela busca reencontrar-se atuando em um abrigo para mulheres e escrevendo cartas para moradoras.

A história ainda acompanha Blanche Peyron, ativista que fundou o abrigo onde Solène encontra propósito. O foco está na transformação pessoal e no impacto coletivo do cuidado com outras mulheres.

Tudo Que Eu Sei Sobre O Amor

Relato autobiográfico de Dolly Alderton, que acompanha fases da vida desde a adolescência até a fase adulta, com destaque para os vinte e trinta anos. O livro aborda amizades, amor-próprio e lições sobre relacionamentos, não apenas românticos, mas no âmbito de apoio entre mulheres.

A Garota Que Eu Era

Jeneva Rose apresenta Alexis Spencer, que enfrenta perdas pessoais e profissionais e acorda em 2002 durante a universidade. A narrativa acompanha o confronto com a própria versão jovem, em tom de humor e sensibilidade sobre amadurecimento.

Não Me Chame de Mãe

Adriana Moro narra a história de uma mãe solo durante a pandemia de Covid-19. Com dificuldades financeiras, diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista e isolamento, a protagonista encontra força para tomar decisões complexas que afetam a família.

Pequena Coreografia do Adeus

Aline Bei conta a trajetória de Julia, filha de pais separados, que busca entender a própria identidade. Em meio a memórias de infância e adolescência, a protagonista lida com solidão e traumas, traçando um caminho de autoconhecimento.

Retratos de Mulher

Jeanine Geraldo reúne contos sobre a experiência feminina em uma sociedade marcada por violência, abuso e silenciamento. As histórias exploram temas como maternidade, identidade, medo e opressão, com reflexões sobre resistência.

Olhos D’Água

Conceição Evaristo reúne contos sobre mulheres da comunidade afro-brasileira. As personagens enfrentam pobreza, violência e desigualdade, revelando lutas e resistência no cotidiano sem idealizações.

Mulheres Que Correm Como Lobos

Clarissa Pinkola Estés analisa mitos para discutir a repressão histórica da natureza instintiva feminina. A obra propõe resgatar a força e a essência feminina, associando ao conceito da loba interior.

Todas As Mulheres Que Há Em Mim

Chris Bueno apresenta contos que dão voz a mulheres comuns, explorando força, resiliência e desafios diários. As protagonistas refletem a diversidade feminina e a esperança de sobrevivência, sonhos e empoderamento.

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