- Fernanda trabalha como caminhoneira desde 2014, após deixar a empresa da família para seguir o sonho, e afirma que a profissão é mais que um trabalho.
- Ela é mãe de quatro filhos: Júnia, Pedro, Fillipi e João Paulo, que são seu combustível diário e seu maior orgulho.
- A guarda compartilhada do caçula ajuda a manter o vínculo, mesmo com longas viagens e a distância.
- Enfrenta preconceito na profissão e nem sempre pode estar presente em datas importantes, mas busca manter a qualidade da presença quando pode.
- A atividade, além de sustentar a família, possibilita investir em projetos futuros; a saudade é a carga mais pesada da vida na estrada.
Fernanda é caminhoneira e mãe de quatro filhos, cuja rotina mescla longas viagens e cuidado com a família. Desde 2014 atua na profissão, motivada por um sonho que substituiu atuação em empresa de família. A escolha é considerada uma paixão.
Entre deslocamentos e compromissos profissionais, Fernanda mantém presença constante na vida de Júnia, Pedro, Fillipi e João Paulo. Eles são seu motor diário e a principal razão para seguir, mesmo nos dias difíceis.
A rotina ganhou novos contornos após a morte da avó, base de apoio da família. A dependência mudou para uma rede de responsabilidade compartilhada, diálogo e organização, mantendo vínculos à distância.
Vida na estrada
Fernanda afirma que fica fora de casa por longos períodos, enfrentando preconceito na profissão majoritariamente masculina. Mesmo assim, mantém contato diário com os filhos para reforçar a importância da presença.
A escolha pela carreira também é vista como meio de sustentar projetos futuros da família. As longas jornadas passaram a ter o objetivo de garantir um futuro estável para os filhos, pelo menos do ponto de vista financeiro.
A saudade é descrita como o peso mais difícil da jornada. Mesmo com a distância, a mãe busca qualidade nos momentos de convivência quando está presente e reforça o valor do exemplo que quer deixar para eles.
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