- O trem El Chepe percorre mais de 650 quilômetros, ligando o deserto de Chihuahua ao Pacífico pela Serra Tarahumara.
- A rota cruza Barrancas del Cobre, com desfiladeiros quatro vezes maiores que o Grand Canyon, atravessando 37 pontes e 86 túneis.
- A obra de engenharia permite subir e descer em diferentes altitudes, mudando o bioma ao longo do trajeto.
- O canal Wingin’ It! Paul Lucas, com 401 mil inscritos, documentou a viagem destacando as pontes, as paisagens e a renovação dos vagões de primeira classe.
- A melhor época varia conforme a estação: inverno com neve e verão com vegetação intensa; paradas como Divisadero permitem tirolesa e visitas à comunidade Rarámuri.
O trem El Chepe atravessa as Barrancas del Cobre, no México, ligando o deserto de Chihuahua ao Pacífico na Sierra Tarahumara. A rota soma mais de 650 quilômetros, subindo do nível do mar a altitudes altas, em décadas de aprimoramentos de segurança.
A ferrovia cruza desfiladeiros quatro vezes maiores que o Grand Canyon, com 37 pontes e 86 túneis. A obra de engenharia enfrenta curvas fechadas e inclinações acentuadas, oferecendo um percurso desafiador e cênico aos passageiros.
A rota é mantida pela operadora Chepe Express e tem atraído atenção por sua combinação de infraestrutura complexa e paisagem natural. O trajeto oferece visão de diferentes biomas ao longo da subida.
Infraestrutura e dados técnicos
86 túneis escavados em rocha permitem passagem do trem pelo interior das montanhas.
37 pontes imensas sustentam os trilhos sobre precipícios de vertigem.
A variação de altitude transforma o clima de subtropical a florestas de pinheiros ao longo do percurso.
Esse conjunto de obras é considerado um dos maiores triunfos da engenharia mexicana do século XX. A malha ferroviária é apresentada como uma das mais complexas das Américas.
Experiência a bordo e contexto turístico
O percurso mistura engenharia monumental com beleza natural preservada. Pontes suspensas recebem visões impactantes sobre abismos, enquanto a transição ecológica é perceptível entre os biomas.
Conteúdos de canais de viagem, como o Wingin’ It! Paul Lucas, destacam a rota. Eles mostram o interior dos vagões, a renovação da primeira classe e a coexistência de turismo de luxo com aventura extrema.
A melhor época depende do objetivo: neve nos picos no inverno e vegetação verde no verão. Paradas como Divisadero permitem atividades locais, incluindo visitas a comunidades Rarámuri.
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