- Um casal comprou um veleiro abandonado por US$ 5 mil e investiu US$ 25.479 e 100 dias para transformá-lo em moradia permanente no mar.
- Ao abrir o casco, constataram furos, trinca profunda nas quilhas, madeira apodrecida e um motor corroído.
- Os problemas listados incluíram furo e trinca nas quilhas, madeira podre, janelas soltas e fluido de arrefecimento do motor virando pasta enferrujada.
- Para recuperar o casco, seguiram etapas com massa epóxi de reparação, lixamento, aditivo antiderrapante no convés e tinta Awlgrip.
- A remoção do motor de 136 kg foi feita sem guincho, usando adriças do mastro como polia e o guincho de bordo para puxar, com o veleiro como ferramenta.
Um casal comprou um veleiro abandonado por US$ 5 mil e mergulhou em 100 dias de obra com um custo total de US$ 25.479 para transformá-lo em moradia flutuante permanente. O projeto, sem experiência naval prévia, ocorreu em ambiente marítimo e envolveu diversas etapas de recuperação.
Ao abrir o casco, surgiram furos, madeira podre e um motor corroído. O diagnóstico apontou quatro problemas graves: furo e trinca no aço das quilhas, madeira deteriorada em várias partes, janelas descoladas e fluido de arrefecimento do motor transformado em pasta de ferrugem.
O que foi encontrado ao abrir o casco
Com o barco em seco, lavagem com jato de alta pressão revelou o furo e a trinca, compromissos à estabilidade lateral. Janelas desalojadas elevavam risco de infiltrações, enquanto o casco apresentava várias áreas de madeira comprometida.
A restauração seguiu etapas seqüenciais para garantir vedação e durabilidade. Furos foram preenchidos com massa epóxi de reparação, seguido de lixamento para superfície plana e uniforme.
Como o casco ganhou proteção
Após o preenchimento, o convés recebeu aditivo antiderrapante e o casco recebeu tinta Awlgrip aplicada com pistola para proteção contra UV e água salgada. A sequência completa dependia do sucesso de cada etapa anterior.
Remoção do motor de 136 kg
O motor original apresentava corrosão avançada, com fluido de arrefecimento convertido em pasta enferrujada. Sem guincho, o casal utilizou as adriças do mastro como polia e o guincho de bordo como tração, usando o próprio veleiro como ferramenta para retirar o equipamento pesado.
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