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Mineira de 10 anos cresceu em fazenda de café da família

Beatriz, 10 anos, equilibra escola e lavouras na Fazenda Cava, demonstrando que a próxima geração de cafeicultores une tradição, aprendizado e dedicação

Bia compartilha a sua rotina nas redes sociais
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  • Bia, Beatriz Cardoso Nogueira, tem 10 anos e mora na Fazenda Cava, em Brejinho, Boa Esperança, no sul de Minas Gerais, em uma família de cafeicultores.
  • A propriedade tem cerca de oito hectares de café, com as variedades Catuaí e Mundo Novo, plantadas a aproximadamente 960 metros de altitude.
  • desde cedo, ela acompanha a família no campo, aponta a colheita como a etapa favorita e celebra o processo de secagem até ver o café pronto.
  • aprende com avô, avó e mãe, gosta de analisar o solo e de máquinas, e já adorava ver o pai no trator desde os cinco anos; já provou café feito com grãos que ajudou a colher, premiado na região.
  • ao crescer, pretende ser veterinária, mas quer seguir no café como cafeicultora, destacando que o café sustenta muitas famílias e é cultivado com paixão, dedicação e cuidado.

A mineira Beatriz Cardoso Nogueira, conhecida como Bia, tem apenas 10 anos e vive na Fazenda Cava, em Brejinho, Boa Esperança, sul de Minas Gerais. Filha de Flávia e Renato, ela integra a terceira geração de cafeicultores da família. O cultivo ocorre em uma propriedade de cerca de 8 hectares, com as cultivares Catuaí e Mundo Novo, a uma altitude de quase 960 metros.

Desde pequena, Bia acompanha a mãe e os avós nas lavouras. Entre a escola e os momentos de brincadeira, a rotina no campo mostra-se natural para ela, que se inspira no trabalho da família e no manejo do cafezal. Ela lembra com carinho da primeira vez que ajudou a cuidar das mudas.

Trajetória e aprendizados

A jovem demonstra curiosidade pelo solo, pela rotina diária no campo e pelo funcionamento de máquinas. Ela cita o pai no trator como fonte de fascínio desde os 5 anos e revela que a colheita é a fase mais marcante, por ser o ponto em que o trabalho anual se traduz em café.

Bia gosta do terreiro, do processo de secagem e de ver o café pronto após o cuidado. Já provou grãos que ajudou a colher, incluindo um café premiado da região. O reconhecimento reforça o orgulho da família pelo manejo da propriedade.

A narradora da história é a própria Bia, cuja inspiração vem dos avós Fábio e Esterlena, e da mãe Flávia, que também segue no setor cafeicultor. Ela diz ter aprendido paciência, respeito pela terra e valor à história familiar.

Pesquisas e planos

Interessada em análise de solo, Bia observa a dinâmica das lavouras e o papel das máquinas no cultivo. Quando crescer, pretende seguir a carreira veterinária, mas não abrirá mão do café: deseja atuar como cafeicultora, como a mãe.

Bia compartilhou uma mensagem sobre o café: é um fruto que sustenta muitas famílias, abençoado por Deus, e envolve paixão, dedicação e trabalho. Histórias como a dela mostram que o cultivo envolve mais do que solo e colheita.

O relato reforça a ideia de que o café transcende a terra e se molda na alma das novas gerações. A família, o legado e o orgulho do agro ficam em evidência no cotidiano da Fazenda Cava.

A obra de Beatriz reforça a identidade do agronegócio mineiro e o papel das novas gerações na continuidade do café. Assim, a narrativa da família permanece como referência do agro em Minas Gerais.

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