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Viajou pelo mundo e vivia com voracidade, morre

Alvaro Larrabure Costa Corrêa, o Ogro, morre aos 53 anos; viajante mundial e defensor de políticas de erradicação da pobreza e turismo sustentável

Alvaro Larrabure Costa Corrêa (1972 - 2026)
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  • Alvaro Larrabure Costa Corrêa, apelido Ogro, era inquieto, curioso e tinha interesse por culturas, viagens, música, plantas e frutas nativas, viajando pelo Brasil, América Latina, África e Ásia.
  • Na USP, participou da vida estudantil e, no Centro Acadêmico 11 de Agosto, organizou programação cultural e debates sobre direitos, democracia e políticas públicas.
  • Teve passagem rápida pela Cidade do México em intercâmbio, atuou como advogado e assessor político, e trabalhou no Ministério da Previdência Social e no BNDES, no Rio de Janeiro.
  • Gostava de conhecer lugares, cozinhas e sotaques variados, mantinha o projeto musical Radio Ogro e defendia políticas públicas voltadas à erradicação da pobreza e ao desenvolvimento regional.
  • Morreu no dia 19 de janeiro de 2026, aos 53 anos, deixando família próxima e uma rede de amigos consternados.

Alvaro Larrabure Costa Corrêa, conhecido pelo apelido Ogro, morreu no dia 19 de janeiro de 2026 aos 53 anos. O falecimento encerra uma trajetória marcada por viagens, curiosidade intelectual e atuação política estudantil.

Nascido com ânsia de conhecer o mundo, ele viveu entre o Brasil, México, e outras parcerias culturais, explorando dinossauros, animais, plantas, culturas e sabores distintos. Seu trabalho mostrou interesse por políticas públicas voltadas à justiça social.

Ao longo da vida, Ogro percorreu a América Latina, África e Ásia, em um itinerário que unia turismo, aprendizado e amizade. Tinha paixão pelo futebol, torcendo pelo São Paulo, e acompanhava o Campeonato Argentino.

Na universidade, Ele estudou economia, depois Direito, dedicando-se à política estudantil. Foi dirigente cultural do centro acadêmico durante atos de debate sobre democracia, direito e políticas públicas.

Além de atividades acadêmicas, organizou festas e shows na faculdade, promovendo artistas como Tom Zé, Belchior e Jards Macalé. O estilo livre e o humor marcado por sua doçura o tornaram referência entre amigos.

Conectado à arte, à geografia e à música, manteve um blog de listas musicais e pesquisou lugares exóticos para visitar e explorar. Foi também professor fora do ambiente acadêmico, com atuação breve como advogado e assessor político no México.

Ao retornar ao Brasil, atuou no Ministério da Previdência Social e, posteriormente, no BNDES, com trabalho reconhecido entre colegas e amigos. Manteve, até o fim, o interesse por políticas de desenvolvimento regional.

Nos últimos anos, planejava migrar para projetos de erradicação da pobreza e turismo sustentável, buscando fortalecer o turismo brasileiro por meio de políticas públicas. Falou de forma constante sobre o potencial de turismo comunitário.

Deixa os pais Elizabeth e Mauro, a filha Beatriz, a mãe Priscila, a irmã Amanda, três sobrinhos, a namorada Marina e inúmeros amigos. A comoção entre familiares e amigos é vastamente demonstrada pela dimensão de sua participação na vida social.

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