- Erro comum é não conferir o tipo de instalação (parede ou bancada), o que depende do projeto hidráulico e pode exigir reformas se o modelo for inadequado.
- Outro problema é não medir o espaço disponível entre torneira e cuba; torneiras com bica alta ou giratória precisam de área suficiente para funcionar sem respingos.
- Importa pensar na durabilidade e na manutenção, optando por modelos com materiais resistentes e peças de reposição acessíveis.
- A incompatibilidade de conexão hidráulica também aparece com frequência, dificultando ou impedindo a instalação e gerando retrabalho.
Um especialista lista quatro erros comuns na hora de escolher torneiras e mostra como evitá-los. O alerta reforça a importância do projeto hidráulico para não complicar instalações futuras. A dica é acompanhar cada detalhe antes da compra.
Segundo Enio Bernardes, diretor da Sintex, não conferir se a torneira é de parede ou bancada pode inviabilizar a instalação. Reformas costumam surgir após a aquisição, por isso esse é um ponto-chave.
O texto também ressalta a necessidade de medir o espaço disponível. Torneiras com bicas altas ou giratórias exigem área suficiente para funcionamento, evitando respingos.
A praticidade de manutenção e a durabilidade entram como itens relevantes. Modelos com materiais resistentes e peças de reposição acessíveis reduzem transtornos.
Conferir o padrão de conexão hidráulica é outra exigência comum. Diferenças de compatibilidade com o ponto de água provocam retrabalho e atraso na instalação.
- Modelo de parede ou bancada: escolha influenciada pelo projeto hidráulico. Modelos inadequados exigem reformas.
- Espaço x cuba: altura e ergonomia impactam uso diário e manuseio de utensílios grandes.
- Durabilidade: prefira materiais robustos e peças de reposição acessíveis.
- Conexão: verifique o padrão hidráulico para evitar incompatibilidades.
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