Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Apaixonado pelo Pará acompanhou e fez parte da história de Belém por um século

Apaixonado por Belém, Luiz Gonzaga de Carvalho acompanhou a história da cidade por um século; faleceu aos 102 anos após internação para procedimento médico

Luiz Gonzaga de Carvalho (1923-2026)
0:00
Carregando...
0:00
  • Luiz Gonzaga de Carvalho nasceu em 1923 em Timbaúba, interior de Pernambuco, e mudou-se para Belém aos dois anos, tornando a capital paraense o seu lar.
  • Trabalhou no Banco da Amazônia, chegou a escriturário e ocupou funções de chefia; aposentou-se aos quarante-oitros (48) anos, mas seguia frequentando o banco para ver os colegas.
  • Apaixonado por Belém, acompanhava o Círio de Nazaré todos os anos pela janela de casa e conhecia a história da cidade e de famílias tradicionais, contanto o que via ao longo das décadas.
  • Foi muito independente, dirigiu até os noventa anos e morou sozinho após a morte da esposa; gostava de novidades tecnológicas e tomava o açaí diariamente.
  • Morreu no dia 1º de abril, aos 102 anos, após passagem por procedimento médico; deixou as filhas Regina, Renilde e Rosane, além de sete netos e sete bisnetos.

Luiz Gonzaga de Carvalho morreu aos 102 anos, neste 1º de abril, após internação para um procedimento médico. O falecimento encerra mais de um século de vida dedicada a Belém, cidade em que viveu desde os dois anos de idade.

Nascido em Timbaúba, Pernambuco, Carvalho mudou-se para Belém na infância com a família. A mãe, paraense, devolveu a mulher e os filhos à cidade natal, onde a família encontrou apoio que ajudou a impulsionar a educação entre gerações.

A trajetória dele inclui um longo vínculo com o Banco da Amazônia, onde ingressou como contínuo, progrediu a escriturário e chegou a chefias, incluindo a área de serviço de pessoal. Aposentou aos 48 anos por questões financeiras, mas manteve a rotina ligada ao trabalho e às amizades do setor.

Apaixonado por Belém, acompanhava o Círio de Nazaré desde a janela de casa e conheceu bem a história da cidade, das famílias tradicionais e das transformações desde a era do extrativismo até os dias atuais. Mantinha o gosto por novidades, tecnologia e vida urbana.

Conviviam com ele as três filhas, Regina, Renilde e Rosane, além de sete netos e sete bisnetos. Carvalho viveu cada etapa com independência, morando sozinho até perto dos 100 anos e mantendo a curiosidade por contar histórias da capital paraense.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais