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Gato Benny, que entrou na sacola de compras, compartilhou banhos

Gato Benny, que adorava água, acompanhou o narrador em viagens internacionais por anos, até falecer devido a câncer que encurtou seus momentos de banho

Alan Peevers with Benny in 2017.
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  • Benny, gato que apareceu em 2006 fora de um supermercado no Bahrein, ganhou a casa do narrador.
  • A dupla Benny e seu irmão Buster o acompanhou por países como Quênia, Catar e Bahrain, até Manchester, em uma relação de dezesseis anos.
  • Benny adorava água: mergulhava na banheira durante o enchimento, às vezes sob o torneiro, e às vezes sentava na borda até o narrador terminar.
  • O narrador cultivava grama em um vaso para eles mastigarem; Benny frequentemente descansava de costas, com as patas para o alto, antes do jantar.
  • Em 2021 Benny teve câncer diagnosed inoperável, com expectativa de seis meses de vida, mas viveu mais três anos; ao levar o animal ao veterinário para o adeus, o narrador ficou muito emocionado.

No que pode ser visto como uma história de convivência entre homem e pets, Benny, um gato, ganhou destaque ao ganhar moradia após uma abordagem inusitada em Bahrain, em 2006. Quase desde o início, ele e seu irmão atraíram a atenção do dono, que os acolheu.

A partir de então, Benny acompanhou o dono em viagens profissionais que levaram a Kenya, Qatar, Bahrain novamente e, por fim, Manchester. O morador atual dedicou-se ao cuidado dos felinos, destacando a ligação com Benny, considerado o mais carinhoso dos dois.

Benny tinha uma relação especial com a água. Ele adorava tomar banho e mergulhar na água que enchia a banheira, chegando a colocar a cabeça sob a torneira. Em alguns momentos, aguardava na borda da tina até o dono terminar o banho.

Os gatos eram criados apenas em ambientes internos, com uma pequena área de grama cultivada em um vaso para que pudessem descansar e mastigar. Benny tinha um ritual curioso: pouco antes da hora do jantar, ficava de costas para a câmera, com as patas ao ar, sinal de contentamento.

Em 2021, Benny recebeu o diagnóstico de um câncer considerado inoperável, com expectativa de vida estimada em cerca de seis meses. Ele resistiu por mais três anos, ainda mantendo sinais de alegria e, ocasionalmente, de atividade nas água.

O momento mais duro ocorreu ao levar Benny ao veterinário para a despedida. O dono relembra o impacto emocional após o retorno ao carro, onde permaneceu bastante tempo chorando, refletindo sobre a vida partilhada com o felino.

Até hoje, Benny é lembrado pelo dono cada vez que ele prepara um banho, reforçando o laço entre eles e a lembrança de momentos partilhados ao longo de mais de uma década.

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