- Apartamento em São Paulo, da designer Marina Lieberman, é inspirado no estilo New England, com referências da costa leste dos Estados Unidos.
- A decoração valoriza tons de azul e verde, criando uma leitura contínua que remete ao mar, mesmo em ambiente urbano.
- O mar aparece de forma contida, nas cores, materiais e peças que lembram esse universo, sem ser literal ou decorativo.
- O maximalismo é presente, porém organizado, com circulação clara que facilita o uso dos espaços.
- Elementos pessoais, como objetos e móveis de viagens, constroem a narrativa da casa ao longo do tempo.
O apartamento de Marina Lieberman, em São Paulo, recebe uma atmosfera inspirada no estilo New England. A decoração parte de tons azuis, verde água e neutros, com foco em uma narrativa marcada por memórias e viagens da moradora. A ideia central envolve criar uma leitura contínua que remete à costa leste dos Estados Unidos, mesmo em ambiente urbano.
A origem histórica do estilo surge na colonização inglesa da região atlântica, com casas robustas, madeira pintada e tecidos resistentes. No interior, o mar se manifesta menos pela literalidade e mais pela paleta de cores, materiais e objetos que remetem ao universo litorâneo.
A casa mantém uma circulação clara, mesmo com o maximalismo presente. Os ambientes são cheios, porém organizados, o que facilita o uso diário. Objetos e móveis carregam referências de viagens, fortalecendo a narrativa construída ao longo do tempo.
Paleta de cores e atmosfera
O azul domina a composição, combinado a tons neutros que amplificam a sensação de continuidade entre os espaços. Essa escolha cria uma leitura visual que lembra a costa, mesmo em uma cidade interiorana.
A presença do verde contribui para a sensação de frescor, enquanto materiais escolhidos reforçam a leitura nítida de ambientes inspirados no litoral. O resultado é uma atmosfera mais calma, apesar do maximalismo presente.
Maximalismo organizado e memória pessoal
O espaço evidencia uma camada pessoal: objetos, obras e móveis remetem a viagens e aos períodos em que a moradora morou fora. Esses elementos ajudam a construir a narrativa da casa ao longo do tempo, sem sobrecarregar os cômodos.
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