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Gastar sem limite desorganiza as finanças

Ausência de limites de gastos impulsiona o endividamento por consumo; planejamento financeiro é essencial para evitar que renda extra vire dívida

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  • Desorganização financeira nasce da falta de limites de gastos, não apenas da ausência de dinheiro.
  • Juros altos em financiamentos, cartão de crédito e cheque especial agravam o endividamento, e a educação financeira é fundamental.
  • Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da CNC, indicam dívidas por consumo: cartão de crédito (85% a 90%), carnês (15% a 20%), crédito pessoal (10% a 12%), financiamento de veículo (9% a 11%), financiamento imobiliário (8% a 10%), crédito consignado (5% a 7%) e cheque especial (4% a 6%).
  • Dívidas de consumo superam as patrimoniais; gastos arbitrários diários, se não controlados, prejudicam o orçamento.
  • Planejamento financeiro é mais decisivo do que aumento de salário; basta um crescimento de renda para acompanhar o incremento de dívidas se os gastos não forem contidos.

A desorganização financeira costuma nascer da ausência de limites claros sobre quanto se pode gastar. Dívidas não surgem apenas pela falta de dinheiro, mas pela falta de controle sobre o gasto.

Dados da PEIC, da CNC, apontam que as dívidas de consumo são as mais comuns entre as famílias endividadas. O cartão de crédito lidera o peso dos débitos, entre 85% e 90%.

Entre os itens mais observados, vêm os carnês (15% a 20%), o crédito pessoal (10% a 12%) e financiamentos de veículo (9% a 11%). Financiamento imobiliário fica entre 8% e 10%.

Composição típica da dívida

Crédito consignado representa entre 5% e 7% do total, e o cheque especial fica entre 4% e 6%. A soma supera, com folga, as dívidas patrimoniais. O consumo é o principal motor do endividamento.

Gastos arbitrários do dia a dia, quando somados, comprometem o orçamento. Pequenas despesas repetidas podem ampliar o peso das parcelas e juros.

Planejamento como fator decisivo

Mais do que salários, o planejamento financeiro determina a saúde das finanças. Aumentos de renda podem vir acompanhados de novas dívidas se não houver gestão adequada.

Em muitos casos, o dinheiro extra não resolve, pois quem não controla o consumo tende a gastar mais. A educação financeira é apresentada como ferramenta-chave para a estabilidade.

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