- Inscrições abertas até sexta-feira, 24 de abril, para o ABC Musical, projeto gratuito do Ilê Axé T’Ojú Labá que forma crianças e adolescentes de 6 a 17 anos.
- O curso ocorre aos sábados, de 9 de maio a 18 de julho, no Jardim ABC, em Cidade Ocidental, Goiás, com oito encontros.
- A programação inclui aulas de canto, dança, percussão e cultura afro-brasileira, conduzidas por Mãe Dora de Oyá, José Carlos da Costa, Khalil Santarém e Ingrid Soares.
- O objetivo é criar uma ala jovem do Afoxé Ogum Pá, desmistificar preconceitos sobre a cultura do afoxé e manter as tradições para as futuras gerações.
- Metade das vagas é destinada a crianças e adolescentes da região em situação de vulnerabilidade social; as inscrições devem ser feitas por formulário online.
O projeto ABC Musical abre inscrições para oferecer aulas gratuitas de canto e dança a crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. A iniciativa é conduzida pelo Ilê Axé T’Ojú Labá, sob a organização de Mãe Dora de Oyá, e acontece aos sábados, no Jardim ABC, em Cidade Ocidental (GO). Serão oito encontros entre 9 de maio e 18 de julho, com foco na imersão na cultura afro-brasileira, conduzida por membros da comunidade afoxé.
As atividades envolvem canto, percussão, dança e práticas associadas ao afoxé Ogum Pá, buscando formar uma ala jovem do grupo. O objetivo é desmistificar preconceitos sobre a cultura do candomblé e assegurar a continuidade da tradição para as próximas gerações. A iniciativa também ressalta a importância de ampliar o acesso à cultura afro-brasileira no contexto local.
O ABC Musical atende especialmente jovens em situação de vulnerabilidade social, destinando 50% das vagas a esse público. A realização do curso tem apoio da Fundação Cultural Palmares, fortalecendo a atuação do Ilê Axé T’Ojú Labá, que mantém o Afoxé Ogum Pá desde 2017 como expressão cultural relevante.
Para participar, interessados devem se inscrever até 24 de abril. As inscrições são feitas por meio de formulário online, com vagas preenchidas por ordem de confirmação e avaliação de elegibilidade. O projeto funciona desde 2014, com interrupções, e retorna com patrocínio público para ampliar o alcance comunitário.
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