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Espantalhos criativos chamam atenção em diferentes cenários

Espantalhos criativos no Reino Unido, registrados por Colin Garratt, vão de rostos expressivos a figuras abstratas, evidenciando evolução tecnológica e cultural no manejo de pragas

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  • Fotógrafo britânico Colin Garratt registrou espantalhos em áreas rurais do Reino Unido para afastar predadores; as imagens foram exibidas em 2016, em Londres.
  • O conjunto de fotos mostra uma variedade de modelos, com rostos expressivos, geometrias diferentes e uso de plástico, máscaras e roupas industriais.
  • Alguns espantalhos parecem jovens com rosto angelical, outros são mais abstratos ou sinistros, e alguns não têm expressão facial.
  • A prática de usar espantalhos tem origem antiga: Egito, Grécia e Japão, com versões modernas em plantações ao redor do mundo.
  • O espantalho também ganhou espaço no cinema, como no musical O Mágico de Oz, onde o personagem busca um cérebro.

Colin Garrat, fotógrafo britânico, registrou espantalhos instalados em áreas rurais do Reino Unido para afastar predadores das plantações. O trabalho foi exibido em 2016, em Londres, como parte de uma mostra que tornou o tema curioso e duradouro.

A série mostra espantalhos de estilos variados: rostos bravos, formas geométricas e designs abstratos. Em muitos casos, recipientes plásticos e peças modernas aparecem entre roupas tradicionais, segundo Garrat.

O fotógrafo afirmou à imprensa britânica que a evolução inclui o uso de máscaras, roupas industriais e materiais contemporâneos. O conjunto evidencia diversidade de abordagens para espantar animais.

Evolução visual e técnicas

Entre as imagens, surgem rostos angelicais, expressões ausentes e silhuetas que remetem a figuras de idade avançada. O conjunto questiona até que ponto o rosto do espantalho é essencial.

Há quem prefira espantalhos com aparência mais bem-humorada, enquanto outros apostam no aspecto sinistro, com elementos inusitados como braços erguidos ou ventre atravessado por madeira.

O retrato de um espantalho que lembra um fantasma é citado pelo fotógrafo, que remete à ideia de que assustar predadores pode não exigir expressões faciais.

Contexto histórico

A prática de espantar aves remonta ao Egito antigo, com estruturas para capturar codornas. Na Grécia Antiga surgiram espantalhos com foice e porrete. No Japão, os kakashi usavam capas de chuva e chapéus de palha.

O uso de bonecos para proteção de plantações evoluiu ao longo das culturas. Em alguns relatos históricos há menções de espantalhos sem expressão facial como estratégia efetiva de dissuasão.

Variedade regional

Diversos países exibem estilos próprios. Em Coreia do Sul, há pares de espantalhos em plantações, com semblante geralmente amigável, mas também com características mais sombrias.

O tema já cruzou o cinema: no Mágico de Oz, o espantalho busca um cérebro, tornando-se símbolo de desejo de conhecimento.

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