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Vícios de linguagem que sabotam a comunicação, incluindo ‘subir para cima’

Pleonasmos atrapalham a clareza no ambiente corporativo; corrigir termos repetidos eleva objetividade e a percepção profissional em reuniões e e-mails

Um executivo nocauteado pelos pleonasmos: resultado final? surpresa inesperada?
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  • Pleonasmo é o uso de palavras que repetem a mesma informação de forma desnecessária, e isso pode reduzir a clareza e a percepção profissional no ambiente corporativo.
  • No trabalho, a comunicação precisa ser clara, direta e eficiente, e pleonasmos costumam deixar a mensagem mais longa.
  • Exemplos comuns e suas versões mais diretas: subir para cima (avançar com o projeto), planejar antecipadamente (planejar o próximo trimestre), alinhamento prévio (alinhar os pontos), certeza absoluta (tenho certeza), resultado final (este é o resultado), entrar para dentro (entrar na sala), repetir de novo (repetir), conviver junto (conviver como equipe), surpresa inesperada (surpresa).
  • Nem todo pleonasmo é errado; pode ser usado para enfatizar em casos específicos, como “vi com meus próprios olhos” ou “ele mesmo fez isso”.
  • Pequenos ajustes já elevam a comunicação: menos rodeios significam mais eficiência e melhor imagem profissional.

A coluna Na Ponta da Língua da VEJA aborda um vício comum na comunicação corporativa: pleonasmo. O texto, publicado recentemente, explica como o uso de palavras que repetem a mesma informação pode comprometer clareza e imagem profissional. A abordagem é didática, com exemplos práticos observados em reuniões, e-mails e apresentações.

Segundo a análise, pleonasmos vão além de questões gramaticais: impactam a objetividade e a eficiência da mensagem. Em ambientes corporativos, a mensagem precisa ser clara, direta e concisa, para evitar ruídos e mal-entendidos. O conteúdo aponta que o uso desnecessário de palavras repetidas pode alongar o discurso sem acrescentar conteúdo relevante.

A seguir, a reportagem sintetiza erros comuns e como corrigi-los, com foco no cotidiano do trabalho. O objetivo é equipar o leitor com alternativas mais diretas para transmitir ideias sem perder o sentido.

Principais exemplos e correções

  • Subir para cima → Subir com esse projeto / Avançar com esse projeto.
  • Planejar antecipadamente → Planejar o próximo trimestre / Antecipar-se ao próximo trimestre.
  • Alinhamento prévio → Alinhar os pontos antes da reunião.
  • Certeza absoluta → Tenho certeza de que isso vai dar certo.
  • Resultado final → O resultado da análise.
  • Entrar para dentro → Entrar na sala.
  • Repetir de novo → Repetir para ficar claro.
  • Conviver junto → Conviver como equipe.
  • Surpresa inesperada → Foi uma surpresa.

Quando o pleonasmo ganha relevo

Embora a regra seja evitar, o texto destaca que, em alguns casos, o pleonasmo pode funcionar como recurso de ênfase. Exemplos com uso expressivo incluem expressões como “vi com meus próprios olhos” e “ele mesmo fez isso”.

Impacto e orientação prática

A matéria ressalta que pequenas alterações, feitas de forma consciente, elevam a qualidade da comunicação corporativa. Em termos práticos, a redução de redundâncias pode tornar mensagens mais rápidas e confiáveis, refletindo positivamente na percepção profissional.

Em síntese

A coluna reforça que pleonasmos são vícios discretos, capazes de comprometer a clareza sem inviabilizar a comunicação. No cenário corporativo, cada palavra conta para a precisão do conteúdo. A publicação encerra convidando o leitor a identificar quais repetições aparecem com mais frequência no seu dia a dia de trabalho.

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