- Volkswagen Brasilia (1973) versão moderna do Fusca, com foco em espaço e praticidade; nome faz referência à capital, venda superior a um milhão de unidades.
- Volkswagen Parati (1982) perua do Gol, batizada em homenagem a Paraty, no litoral do Rio de Janeiro; permaneceu em linha até 2012.
- Chevrolet Marajó (1980) perua do Chevette, nome inspirado na Ilha de Marajó, no Pará; teve vendas mais tímidas e saiu no final dos anos oitenta.
- Chevrolet Ipanema (1989) perua do Kadett, substituiu a Marajó e ficou no mercado até 1998; nome remete à praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.
- Gurgel Carajás (1984) SUV nacional, nome referência à região de Carajás, no Pará, com produção até o começo dos anos noventa.
Relembre sete carros brasileiros que levaram nomes de lugares do Brasil, criando identificação com o público de norte a sul. A lista faz parte de uma leitura do blog Do Meu Tempo, que destaca modelos marcantes entre as décadas de 70 e 90.
Os nomes lembram regiões, cidades litorâneas e pontos turísticos, além de carregarem histórias de cada época. Entre eles está um fusca moderno com o nome Brasília, instaurado nos anos 70 pela Volkswagen.
A relação entre nome e lugar não é apenas decorativa: cada modelo ganhou versões e histórias próprias, conectando o carro ao imaginário de diferentes regiões do país. Abaixo, os sete exemplos que marcaram esse período.
Volkswagen Brasilia
Lançado em 1973, evoluiu do Fusca com mais espaço e praticidade. O carro consolidou-se na memória popular na década de 70 e 80, atingindo a marca de mais de 1 milhão de unidades vendidas.
Volkswagen Parati
Criada em 1982 como a perua do Gol, a Parati ganhou espaço e versatilidade. O nome presta homenagem a Paraty, no litoral do Rio de Janeiro, cidade famosa pela paisagem histórica.
Chevrolet Marajó
Apresentada em 1980 como perua do Chevette, a Marajó combinava tamanho compacto com uso familiar e de trabalho. O nome faz referência à Ilha de Marajó, no Pará, conhecida por suas paisagens e cultura.
Chevrolet Ipanema
Lançada em 1989 como perua do Kadett, a Ipanema oferecia conforto para o dia a dia. Substituiu a Marajó e ficou em linha até 1998. O nome remete à praia carioca de Ipanema.
Gurgel Carajás
Em 1984 surgiu o Carajás, SUV nacional pensado para cidade e terrenos variados. O nome aponta à região de Carajás, no Pará, e aos povos indígenas locais, usados em outros modelos da marca.
Escort Guarujá
Versão especial produzida na Argentina no início dos anos 90, com quatro portas e diferenciais de conforto. O nome vem de Guarujá, em São Paulo, reforçando o estilo praiano.
Simca Alvorada
Lançado no começo dos anos 60, o Alvorada era uma versão simples do Chambord. O nome faz referência ao Palácio da Alvorada, em Brasília, dando origem a um modelo raro na história automotiva brasileira.
A lista evidencia como a indústria automotiva aproveitou a geografia nacional para criar identidade de marca, associando design, funcionalidade e memória regional. Os nomes ajudaram a fixar o imaginário de cada região no público ao longo do tempo.
Entre na conversa da comunidade