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Ex-pastora vira sexóloga e influencer se reinventa

De líder religiosa a sexóloga, Dominique Siqueira reconstrói a carreira, unindo fé, ciência e libertação sexual, mesmo diante de críticas

Dominique Siqueira
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  • Dominique Siqueira saiu da pastoral para atuar como sexóloga, buscando compreender sexualidade a partir de vivências e formação em pedagogia.
  • A virada começou durante a pandemia, com a abertura de uma loja online que atiendeu demandas ligadas à sexualidade, especialmente de mulheres.
  • A profissionalizou-se na área e afirma que a transição foi gradual, não abrupta, mantendo a espiritualidade de modo distinto e sem se vincular a uma religião específica.
  • Seu trabalho agrega experiência de vida para ajudar pessoas de contextos religiosos a lidar com culpa, repressão e a viver a sexualidade de forma mais leve.
  • Ela relata resistência social à mudança de identidade profissional, mas recebe feedback positivo de quem se identifica com a sua história e visão.

Dominique Siqueira saiu de uma trajetória de liderança religiosa para atuar como sexóloga, trajetória construída ao longo dos anos no Brasil. A mudança envolve mudança de atuação e de público, mantendo o foco em educação e bem-estar sexual.

A transição ganhou impulso com a formação em pedagogia e a criação de uma loja on-line. Demandas ligadas à sexualidade, especialmente entre mulheres, passaram a moldar a prática profissional de Dominique.

Ainda que a espiritualidade persista, ela não se vincula a uma religião específica. A profissional diz estar mais conectada a uma presença consciente, entendida como abertura para a vivência da sexualidade sem culpa.

Caminho profissional e abordagem atual

A atuação atual reúne conhecimento técnico e experiência de vida, favorecendo quem vem de contextos religiosos. Dominique busca libertar crenças limitantes enquanto orienta sobre prazer, responsabilidade e saúde sexual.

A experiência prática aparece como diferencial, permitindo entender conflitos entre culpa, repressão e desejo. Ela enfatiza o feminino como vetor de autonomia e bem-estar sexual.

Desafios e recepção

O retorno tem sido majoritariamente positivo, com mensagens de quem se sentiu acolhido ao ouvir a história. Ainda assim, houve resistência de quem acompanhava a trajetória anterior e viu a mudança como ruptura.

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