- As passagens aéreas estão mais caras neste verão, com tarifas de bagagem adicionais e horários de voos reduzidos.
- Viajantes estão mantendo flexibilidade para economizar, optando por destinos domésticos e opções menos tradicionais.
- Quase 25% dos americanos pesquisados pela Skyscanner não sabem quando as tarifas aéreas estão mais baratas.
- Relatórios indicam que quem planeja com flexibilidade ainda consegue economias, inclusive ao combinar voos e hotéis.
- Destinos menos conhecidos e opções com hospedagem mais barata aparecem como alternativas, incluindo exemplos como Aberdeen, Redmond, Asunción, Trieste, Bastia, Liverpool, Hilo, Tromsø, Terceira e Queenstown.
O custo das passagens aéreas neste verão está elevado, levando muitos viajantes a buscar flexibilidade, planejamento mais inteligente e destinos alternativos. Além disso, taxas de bagagem e cortes na malha de voos sinalizam maior turbulência para quem planeja viagens internacionais.
Companhias aéreas trabalham para compensar uma possível escassez de combustível causada pela situação no Irã, o que deve impactar preços e disponibilidade. Pesquisas indicam, porém, que a demanda ainda é alta entre os brasileiros que planejam férias, com ajustes na forma de viajar.
Apesar da incerteza, o otimismo persiste. Especialistas destacam que quem fica atento a datas, dias da semana e opções menos tradicionais pode economizar sem perder a qualidade da viagem. A economia passa pelo planejamento estratégico.
Quando é mais barato voar neste verão?
Dados de companhias revelam que o começo e o fim do verão costumam ter tarifas menores. Entre 1º de junho e 31 de agosto, voos domésticos tendem a sair mais baratos em 3 e 4 de junho, enquanto divisas internacionais podem ficar mais acessíveis em 11 e 17 de agosto.
A semana de 17 de agosto costuma apresentar tarifas mais em conta para voos de saída. Também há possibilidade de tarifas reduzidas na semana de 31 de agosto, conforme média de preços em pesquisas de mercado.
Destinos econômicos e alternativas
Quem busca economia pode optar por destinos menos procurados, mantendo boa experiência. Segundo analistas, há interesse crescente em trajetos “off the beaten track”, com menor procura e menor lotação.
- Aberdeen (Reino Unido) a partir de US$ 413
- Redmond (Oregon) a partir de US$ 196
- Assunção (Paraguai) a partir de US$ 413
- Trieste (Itália) a partir de US$ 270
- Bastia (França) a partir de US$ 317
- Liverpool (Reino Unido) a partir de US$ 321
- Hilo (Havaí) a partir de US$ 259
- Tromsø (Noruega) a partir de US$ 557
- Terceira Lajes (Portugal) a partir de US$ 395
- Queenstown (Nova Zelândia) a partir de US$ 544
Há também opções de destinos com hospedagem mais barata, sem abrir mão da qualidade. Escolhas conforme Expedia indicam economias significativas em hospedagem ao escolher cidades alternativas.
- Filadélfia em vez de Nova York, economia de ~30% na hospedagem
- Palm Springs em vez de Los Angeles, economia de ~25%
- Fort Lauderdale em vez de Miami, economia de ~20%
- Portland em vez de Seattle, economia de ~55%
- Porto Rico em vez de Honolulu, economia de ~40%
- Curaçao em vez de Punta Cana, economia de ~10%
- Belize em vez de Cancún, economia de ~36%
- Dublin em vez de Londres, economia de ~10%
- Nápoles em vez de Roma, economia de ~30%
- Bruxelas em vez de Paris, economia de ~40%
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