- Um garoto de cinco anos ficou com a mão presa à de uma mulher desconhecida no aeroporto de Florianópolis, pensando que era a mãe.
- O episódio ocorreu em 12 de março, quando a família de Itapema (SC) voltava da avó paterna no Rio de Janeiro.
- A mãe, Bruna Batista Delfino, disse que o garoto se distraiu com as malas na esteira e estendeu a mão sem perceber que era outra pessoa.
- O pai do garoto viu a cena e riu; ao perceber que não era a mãe, Miguél ficou sem graça, mas seguiu rindo.
- Bruna compartilhou o vídeo, que já tem mais de 900 mil visualizações, gerando muitos comentários sobre situações parecidas na infância.
Em Florianópolis, um momento inusitado viveu o aeroporto quando o menino Miguél, de 5 anos, manteve as mãos de uma mulher desconhecida, enganando-se sobre a própria mãe. O episódio ocorreu no dia 12 de março, durante o desembarque da família de Itapema (SC) após retorno da avó paterna no Rio de Janeiro.
A família observava a chegada das bagagens quando o garoto começou aCircular ao redor das pessoas. A mãe, Bruna Batista Delfino, de 33 anos, foi buscar o carrinho e o marido acompanhou o menino. Ao retornar, deparou-se com a cena da mão dada com uma desconhecida.
Segundo Bruna, o filho estava concentrado na esteira de bagagens e, ao estender a mão, acabou segurando a de uma mulher sem entender que não era a mãe. O momento foi registrado pela mãe, que começou a filmar a situação, achando graça.
O pai de Miguél explicou que o menino se aproximou da esteira porque gostava de ver as malas passarem, tentando chegar mais perto da mãe. Ao perceber a cena, a família riu, enquanto a desconhecida não soube como reagir.
A gravação ganhou ampla circulação nas redes sociais, acumulando mais de 900 mil visualizações. Comentários de internautas lembraram situações parecidas vividas na infância, com relatos de encontros inocentes que geraram constrangimento e risadas.
A família não planejava publicar o vídeo inicialmente, mas decidiu compartilhar o momento por acreditarem que ele traz leveza à rotina de viagem. A repercussão trouxe risadas e relatos de situações similares em diversas famílias.
A publicação foi apenas para registro familiar, sem intenção de sensacionalismo, conforme informou a reportagem da CRESCER. O episódio não teve desdobramentos legais nem intervenção de autoridades.
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