- Raghu Rai foi recrutado pela Magnum Photos em 1977, a convite de Henri Cartier-Bresson, e tornou-se um dos principais cronistas visuais da Índia.
- Ao longo de cinco décadas, criou imagens-definição da vida indiana, tanto em grande escala quanto na intimidade de comunidades.
- Entre seus trabalhos marcantes estão a cobertura do desastre de Bhopal para o Greenpeace e retratos de Madre Teresa.
- Autor de mais de dezoito livros, Rai deixou mais de seis décadas de olhar humano sem concessões.
- Em Delhi, produziu séries notáveis, como cenas de um colégio de luta e retratos de figuras religiosas, consolidando sua presença na capital.
Raghu Rai, fotógrafo veterano recrutado pela Magnum Photos por Henri Cartier-Bresson em 1977, morreu aos 83 anos. Ao longo de cinco décadas, ele captou cenas grandiosas e íntimas da vida indiana, tornando-se um dos mais importantes cronistas visuais do país.
Nascido em Jhang, hoje parte do Paquistão, Rai viu seu trabalho evoluir para retratos de elites sociais e políticos, além de cenas cotidianas. Foi responsável por coberturas marcantes, como o desastre de Bhopal para Greenpeace e várias imagens de Madre Teresa.
Autor de mais de 18 livros, Rai deixa um legado de 60 anos de olhar humano sem concessões e uma produção que atravessa gerações. Entre as séries célebres, destacam-se imagens de Mumbai, Delhi e Calcutá que ajudam a entender o tecido social da Índia.
Trajetória com Magnum
Rai ingressou na Magnum Photos em 1977, a convite de Cartier-Bresson, fortalecendo o registro de grandes cidades indianas e de sua população em movimento. Seu trabalho abrange desde cenas urbanas até enfatizar o cotidiano de comunidades.
Obras marcantes e legado
Entre as séries de destaque, constam retratos íntimos de Madre Teresa e registros de espaços públicos cheios de vida. Rai é reconhecido pela capacidade de unir sensibilidade humana a uma visão crítica sobre a sociedade indiana.
Notas finais sobre a cobertura
O conjunto de imagens abrange décadas, incluindo registros de pescadores, trabalhadores migrantes e eventos históricos. O estilo transmite uma leitura contínua da transformação social na Índia, sem concessões ao sensacionalismo.
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