- Tapetes são o centro do design: conectam móveis, trazem calor e costumam orientar as escolhas de decoração.
- Em ambientes como a sala, o tapete costuma ser a peça maior e sustenta o mobiliário para manter as proporções.
- Quilts voltaram a ganhar destaque, com o mercado aumentando para US$ 4,5 bilhões em 2025 e previsto chegar a US$ 7,1 bilhões até 2031.
- Artistas como Bisa Butler destacam quilts como arte que celebra a vida e inspira quem decora.
- Quilts artesanais, como as criadas por Maura Ambrose, são usadas tanto para aquecer quanto para decorar, mantendo a tradição prática da técnica.
Rugs e quilts ganham destaque ao transformar uma casa em lar, conectando móveis, cores e textura. Designers destacam que o piso, ao receber o tecido, define o tom do ambiente e o conforto do espaço.
Jahanshah Nazmiyal, designer de tapetes em Nova York, aponta que os tapetes funcionam como a essência de uma sala. Mitchell Moon concorda, ressaltando que o tapete une objetos e serve como base para as demais escolhas de décor.
Para a designer Hanna Schaffer, de New Hampshire, o tapete costuma ser a peça central. Ela afirma que o tamanho e a posição ajudam a ancorar o mobiliário e a aquecer ambientes com pisos de madeira.
Quilts são vistos como arte utilitária. Dados recentes indicam que a demanda por quilts feitos à mão cresce entre a Geração Z, com o mercado de quilting projetado para atingir 7,1 bilhões de dólares até 2031, após 4,5 bilhões em 2025.
A artista Bisa Butler, de New Jersey, trabalha com quilts de grande escala que embelezam coleções e museus. Ela acredita que o uso de quilts em casa inspira beleza e transforma espaços com elementos que geram afeto.
Maura Ambrose, do Texas, mantém um ateliê que une costura manual e tingimento natural. Ela usa quilts tanto para aquecer quanto para decorar, mantendo a tradição familiar de quilters. Ambrose planeja expor uma peça intitulada The Life of a Quilt, que mostra histórias de uso intenso.
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