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Época de novato: por que não corto minha própria franja?

Jornalista relata decisão de cortar a franja em casa por custo e tempo, testa método do YouTube e obtém resultado aceitável, cogitando repetir

‘The fringe remains my safety blanket. It is my identity. My friend, and sometimes, my foe.’ Photograph: Jessica Hromas/The Guardian
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  • A autora considera cortar a própria franja em casa por custo de vida e pela dificuldade de tempo para ir a um salão.
  • Ela vai a um atacadista de salão, compra tesouras baratas e assiste a um tutorial no YouTube para aprender a técnica.
  • O nervosismo aparece durante o processo: as mãos tremem e ela tenta seguir um método em formato triangular para cortar a franja.
  • O resultado fica relativamente justo — não é o melhor corte, mas também não é o pior — e ela consegue deixar a franja sobre as sobrancelhas.
  • Com o acesso fácil às tesouras, ela cogita cortar a própria franja novamente no futuro e talvez nunca mais ir a um cabeleireiro.

O autor de uma peça publicada no Guardian vive a experiência de cortar o próprio franjar. O texto relata a dúvida, o experimento doméstico e as consequências de adotar essa prática, que mistura economia, tempo e curiosidade.

A reportagem acompanha a decisão de tentar cortar o próprio franjinha em casa, após anos mantendo o visual com frente cortada. O relato foca em motivadores como custo de vida, agenda cheia e a busca por autonomia estética, sem visitas a salões.

O texto descreve a compra de itens simples numa loja de cosméticos, a orientação do atendente e o nervosismo diante da lâmina. O objetivo é entender se o resultado fica próximo do desejado ou de um visual indesejado.

Desafios, técnicas e curiosidade

A narrativa descreve dúvidas sobre ferramentas, como usar tesouras próprias para franja e a necessidade de cuidado para não cortar demais. O foco está na experiência prática, com etapas básicas descritas para quem acompanha o relato.

O relato destaca o uso de tutoriais online como apoio, especialmente vídeos de cabeleireiros, que ajudam a guiar o movimento de cortar em triângulo. O viés é de observação, sem julgamento.

Ao final, a pessoa avalia o resultado: o franjinho fica próximo do desejado, sem ser o pior visual já visto. A experiência desperta questionamento sobre a frequência de novas tentativas sem ir a um salão.

O texto conclui sugerindo que, com tesoura na mão, a possibilidade de cortar o próprio cabelo aumenta a cada tentativa. A autora aponta que a prática pode se tornar recorrente, caso haja disponibilidade de tempo.

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