- Um jovem youtuber americano, chamado Flamethrower, mostrou que uma roda de hamster pode ser usada para gerar energia e carregar um celular.
- Ele conectou a turbina improvisada ao eixo da roda de exercício e deixou o hamster se exercitando durante a noite.
- O projeto buscou converter energia cinética da roda em eletricidade, usando um motor de corrente contínua de cinco volts que precisa girar mais de 10.000 RPM para chegar a 15 watts.
- Foram usadas células de íon-lítio reaproveitadas de uma scooter e um módulo coletor de energia com MPPT para amplificar pequenas voltagens até carregar a bateria.
- Na manhã seguinte, após a troca de um cabo USB defeituoso, o celular carregou normalmente, conforme o vídeo publicado por Flamethrower.
Flamethrower, um jovem youtuber dos Estados Unidos, demonstrou que é possível transformar a energia de uma roda de hamster em carga para o celular. O experimento foi registrado em vídeo divulgado no canal do criador, que alegou ter sido motivado pela rotina noturna do animal de estimação.
A ideia surgiu quando o irmão do inventor ganhou um hamster, o que provocou noites de barulho devido ao animal correr na roda. O objetivo era aproveitar o movimento contínuo da rotação para gerar eletricidade de forma improvisada.
Flamethrower explicou que um motor de corrente contínua de 5 V precisa superar 10.000 RPM para alcançar a carga típica de 15 W de um smartphone. O desafio era manter a tensão estável sem danificar o equipamento.
Desafios e soluções
Para viabilizar o projeto, o criador utilizou um “módulo coletor de energia” que amplifica pequenas voltagens para níveis armazenáveis em bateria. O segundo obstáculo foi a relação entre tensão e energia armazenada, que cresce com o tempo.
Foi adotado o sistema de rastreamento do ponto de máxima potência (MPPT) para otimizar a entrada e saída do coletor de energia. Essa estratégia visa ajustar o fluxo conforme a demanda da bateria.
Flamethrower utilizou células de íon-lítio reaproveitadas de uma scooter quebrada para armazenar a energia gerada. O equipamento foi conectado ao eixo da roda e permaneceu ativo durante a noite.
Na manhã seguinte, após a troca de um cabo USB defeituoso, o celular do jovem carregou normalmente. O experimento, segundo o autor, foi uma demonstração didática de conversão de energia cinética em eletricidade.
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