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Hábitos comuns entre brasileiros podem despertar estranhamento no exterior

Gestos do dia a dia no Brasil podem ser interpretados de forma diferente no exterior, gerando mal-entendidos durante viagens

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  • Joinha é sinal de positivo, mas pode ser ofensivo no Irã e no Iraque, equivalente ao dedo do meio em alguns contextos.
  • O gesto paz e amor (dois dedos) pode indicar coisas diferentes: na Austrália e na Nova Zelândia é preciso manter a palma para fora, senão parece disposição para briga.
  • Dedo mindinho levantado: em alguns lugares visto como educação, mas na China pode significar bebida de má qualidade; nos EUA remete a símbolos ligados à supremacia; na França pode significar que não há valor.
  • Aperto de mãos varia: no Japão predomina o Ojigi (curvar-se); nas Ilhas Fiji o aperto precisa ser longo; na Rússia não se aperta a mão na porta, considerado mau presságio.
  • Cruzar os braços é comum, mas na Finlândia pode indicar arrogância ou disposição para briga.

O tema em foco são gestos comuns no Brasil que podem causar estranheza no exterior devido a diferenças culturais. A reportagem destaca que sinais feitos com as mãos, dedos e braços variam de país para país e podem ter significados opostos ao viajar ou morar fora.

Especialistas alertam para a importância de conhecer os significados locais antes de usar gestos em viagem. Pequenos gestos cotidianos podem gerar mal-entendidos ou até ofensa, dependendo do contexto e do país.

O estudo resume exemplos frequentes: o joinha pode significar aprovação no Brasil, mas é ofensivo em Irã e Iraque em determinadas situações. Eventos como esse mostram como a comunicação não verbal exige atenção ao entorno.

Mudanças de significado por região

No Irã e no Iraque, o joinha pode ser interpretado de forma negativa. Em países como Austrália e Nova Zelândia, a palma da mão voltada para fora é crucial para evitar agressões verbais. O gesto pode indicar disposição para briga se a palma estiver para dentro.

Além disso, o dedo mindinho ao ser erguido pode ser visto como etiqueta em alguns lugares, mas na China indica baixa qualidade da bebida. Na Rússia, o gesto pode sugerir negação ou zombaria diante de uma tentativa frustrada.

Outros gestos comuns

O aperto de mãos, normalmente usado para sinal de cordialidade, não é universal. No Japão, o contato físico é substituído pelo Ojigi, uma reverência com inclinação do tronco. Em Fiji, o aperto de mãos pode ter duração maior para ser considerado adequado.

Na Finlândia, cruzar os braços pode soar como sinal de arrogância ou hostilidade. Já olhar repetidamente para o relógio pode ser visto no Oriente Médio como pressa ou desrespeito, dependendo do contexto.

Recomendação para viajantes

Ao viajar, vale observar como os locais se comunicam não verbalmente e adaptar os gestos aos costumes do país de destino. A compreensão desses sinais ajuda a evitar mal-entendidos e facilita a interação social e profissional.

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