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Viagens de trem pela Europa entre cânions e picos são favoritas dos leitores

Leitores destacam rotas de trem pela Europa, com montanhas, fiordes e vilarejos, evidenciando paisagens marcantes e o valor de viajar devagar

On board the Oslo to Bergen train, which traverses the plateau of Hardangervidda.
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  • Bergensbanen, entre oslo e bergen, na Noruega, com a bifurcação para a Flåmsbana, passando por Hardangervidda, fiorde e quedas d’água até Flåm.
  • Viagem de vienna a zagreb, pela paisagem alpina ao interior balcânico, com escala em Zidani Most e passagem por eslovenos; custo relatado de £41 via Omio.
  • Treno Natura, em siena, Toscana, locomotiva a vapor com coaches clássicos; passeio guiado com opção de caminhada entre vinhedos, por €42 por pessoa.
  • Linha RB26 de berlim-lichtenberg a müncheberg, conectando-se à Buckower Kleinbahn, linha histórica de via estreita na brandenburg, passando pela Märkische Schweiz.
  • Montreux a Interlaken, via MOB, com paisagens que vão de vinhedos a picos alpinos, passando por Lac Léman e quedas d’água, chegando a Château-d’Œx.

No portal Tela, leitores destacam algumas das viagens de trem mais marcantes da Europa, valorizando cenários como montanhas, fiordes, lagos e vilarejos. A lista reúne trajetos desde a Noruega até a Itália, França e Croácia, com observações sobre paisagens, conforto e custo.

Montanhas e fiordes na Noruega

Um trajeto entre Oslo e Bergen pela Bergensbanen leva o viajante a planaltos altos como Hardangervidda, lagos serenos, florestas e picos cobertos de neve. De Myrdal, ocorre a transferência para a Flåmsbana, descendente até Flåm, com quedas d’água e vales íngremes ao longo do percurso.

Viagens entre Viena e Zagreb

O itinerário parte de Viena em direção a Zagreb, atravessando zonas montanhosas da Europa central e florestas, até chegar à fronteira com a Eslovênia. Em Zidani Most, houve uma parada de uma hora para observar a paisagem antes de seguir para a Croácia. A chegada a Zagreb oferece cenários de lagos que dão lugar a áreas agrícolas.

Toscana e locomotivas a vapor

Em Siena, o Treno Natura utiliza uma locomotiva a vapor com vagões clássicos. A experiência reuniu moradores locais e apenas dois turistas estrangeiros, com música a bordo e opção de caminhada por vinhedos. Valor por pessoa em torno de €42.

Brandenburg e a linha histórica Buckower Kleinbahn

De Berlin-Lichtenberg a Müncheberg, a viagem continua na Buckower Kleinbahn, linha estreita operada por voluntários entre abril e outubro. O passeio percorre colinas da Märkische Schweiz, terminando na vila termal de Buckow, com visitas à residência de Bertolt Brecht.

Montreux a Interlaken pela MOB

Saindo de Montreux, a MOB leva a Interlaken, subindo por vinhedos e encontrando Lac Léman antes de topos montanhosos e vales alpinos. Pontes sobre corredeiras, túneis longos e chalés caracterizam o trajeto rumo a Chateau-d’Œx, destino de novas descobertas.

Belgrado a Bar, viagem lenta pelo sul

Entre Belgrado e Bar, a rota cobre 296 milhas em 11 horas, a um custo próximo de €23. A viação registra mais de 400 pontes, desfiladeiros e cidades, com pontos como viaduto Mala Rijeka, além de lagos, mosteiros e praias no Adriático ao final.

Pescara a Roma pela Apúrdia

O trajeto leste-oeste de Pescara a Roma atravessa a Espinha da Itália, nos Apeninos, com paradas em cidades como Sulmona e Avezzano. A rota alterna trechos de subida íngreme e descidas para planícies, em cerca de 3 a 4 horas.

A linha dos relojoeiros entre França e Suíça

Do Besançon, uma linha atravessa os vales de Jura até Le Locle, núcleo da indústria relojeira suíça desde o século XVII, chegando a La-Chaux-de-Fonds. A rota segue sem o movimento de alfândega que se viu em outras épocas, conectando França e Suíça.

Le Train Jaune nos Pirenéus

Entre Villefranche-de-Conflent e Latour-de-Carol, o Le Train Jaune escala até 1.595 metros em Bolquère-Eyne. Com wagons abertos amarelos, oferece vistas de tirar o fôlego, pontes suspensas e opções de passeio pela região.

Porto: drama urbano na linha D

A linha D do metrô do Porto se destaca pela surpresa de emergir da subterrânea sobrepondo-se a telhados e cruzando a Ponte Dom Luís I, inaugurada em 1886. Caminhar pela ponte oferece experiência diferenciada da cidade.

Observações finais

As reportagens destacam valores, paisagens e experiências locais, sem indicar opiniões pessoais. Os relatos enfatizam a diversidade de cenários, desde montanhas e fiordes até áreas urbanas e roteiros históricos. Fontes citadas incluem guias de viagens e relatos de leitores.

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