- Adelaide Bacaycoa Ribeiro morreu em 2 de abril, aos 86 anos, devido à doença de Parkinson.
- Nascida no bairro da Penha, em São Paulo, teve ascendência italiana, espanhola e catalã e passou parte da infância em Guarulhos.
- Trabalhou em uma fábrica de tecelagem no Tatuapé, conheceu o marido na região e casou-se aos 22 anos, divorciando-se aos 47.
- A casa onde morava era palco de bailes organizados pelos Rebeldes do Subúrbio; os eventos tinham entrada cobrada e horário de encerramento às 22h.
- Deixa 3 irmãos, 6 filhos, 8 netos e 4 bisnetos; era lembrada pela voz, pelo gosto pela música e pela alegria ao receber pessoas.
Adelaide Bacaycoa Ribeiro, aos 86 anos, morreu em 2 de abril devido a Parkinson. A notícia envolve a cidade de São Paulo, onde a família relembra a vida marcada pela música, pelo cuidado com a casa e pela alegria em meio às dificuldades.
Nascida no bairro da Penha com ascendência italiana, espanhola e catalã, ela viveu a infância em Guarulhos. Criada em um lar simples, teve sete irmãos e, mesmo com pouca escolaridade, manteve o papel central na família, ajudando a vestir e sustentar os irmãos.
A casa de Adelaide era ponto de encontro para música e encontros. Em sua garagem ocorria baile organizado por um grupo vinculado a um de seus filhos. Ela controlava a entrada, zelando pela convivência e pela disciplina.
A trajetória de Adelaide inclui trabalho em uma fábrica de tecelagem no Tatuapé, onde conheceu o marido, com quem teve seis filhos. Entre as paixões estavam cantar, dançar, ouvir rádio e participar de concursos de calouros.
A família relembra a dedicação com que cuidava dos detalhes: roupas, acessórios e a casa sempre limpa. Vivia a vida com disciplina e afeto, mantendo hábitos de hospitalidade que marcavam os encontros.
Deixa 3 irmãos, 6 filhos, 8 netos e 4 bisnetos. O legado de Adelaide fica na memória de quem conviveu com ela, especialmente pela alegria que trazia aos encontros em família e pela música que permeava o cotidiano.
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