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Filme de assalto com Kristen Stewart inspira engenheiro em plataforma offshore

Do filme de assalto de Kristen Stewart à engenharia em plataformas remotas, trajetória movida pela sede de aventura define escolhas profissionais

Engineering an opportunity … Catch That Kid.
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  • Um filme infantil com Kristen Stewart em Catch That Kid (2004) inspirou a autora a buscar aventuras e sonhar alto.
  • Ela quis ser a primeira piloto negra, muçulmana e feminina de Fórmula 1, estudou engenharia mecânica e integrou a equipe de carros de corrida da universidade.
  • Não teve condições de seguir para a Fórmula 1, virou prática aceitar um caminho estratégico na engenharia e entrou em um master em motorsport.
  • Acabou trabalhando em plataformas de petróleo, tanto em terra quanto offshore, como especialista em medição durante a perfuração e engenheira de perfuração.
  • Anos depois deixou as plataformas para seguir a carreira como escritora, mantendo a gratidão pela inspiração vinda do filme e pelo interesse pela engenharia e pela velocidade.

O artigo narra como uma jovem foi influenciada pelo cinema para buscar aventura e carreira na engenharia. A história começa com uma rotina familiar de fim de semana e um filme de 2004 que mudou sua visão de mundo. O que ocorreu foi a descoberta de uma paixão por velocidade, tecnologia e desafios.

A protagonista cresceu em uma casa comum, assistindo Catch That Kid, estrelado por Kristen Stewart e Corbin Bleu. O filme mostrou uma fuga bem-sucedida de uma quadrilha de crianças, o que despertou a ideia de viver aventuras rápidas. A partir disso, nasceu o desejo de dirigir carros com rapidez.

Ao longo dos anos, a trajetória tomou forma na prática: leitura, pôsteres de carros icônicos e decisões estratégicas. A estudante ingressou na engenharia mecânica, liderou equipes universitárias de carros de corrida e participou de um programa de pós-graduação em motorsport. No entanto, as circunstâncias financeiras limitaram um caminho direto para a F1.

Os caminhos profissionais seguiram outra rota: a entrevista com um gerente de petróleo em uma feira de carreiras abriu portas para trabalhar em plataformas de petróleo, tanto onshore quanto offshore. As funções incluíam medir e trabalhar na perfuração, com jornadas longas e alta demanda de disponibilidade, além de deslocamentos de helicóptero até as plataformas.

Habilidades técnicas, resolução de problemas e a busca por adrenalina mantiveram a pessoa conectada ao universo de engenharia. Mesmo sem chegar à Pista de Formula 1, a experiência em rigs revelou um ambiente desafiador, isolado e tecnicamente exigente. Hoje, a reportagem aponta a passagem de carreira da engenharia para a escrita, mantendo o vínculo com o gosto pela velocidade.

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