- O texto retoma um artigo de 1960 da Esquire que destacava A. J. Drexel Biddle Jr. como um dos homens mais bem-vestidos dos EUA, com roupas de alfaiates de ponta.
- O artigo cita alfaiatarias históricas como Bernard Weatherill, E. Tautz, Sulka, Turnbull & Asser e H. Harris, além de casacos e ternos de alpaca.
- Frazier lembrava que roupas masculinas de qualidade também podiam ser encontradas a preços mais baixos em lojas locais, como Marty Sullivan (New Bedford), Andover Shop (Cambridge), Eddie Jacobs (Baltimore) e Carroll & Co. (Los Angeles).
- Além das lojas especializadas, grandes redes de departamentos regionais atuavam como polos de moda masculina: Macy’s (Nova York), Bullock’s e The Broadway (Califórnia), Jordan Marsh e Filene’s (Nova Inglaterra), G. Fox & Co. (Connecticut) e Porteous (Maine).
- Com o tempo, shoppings de subúrbios substituíram lojas do centro, e marcas como J.Crew e Banana Republic passaram a oferecer opções confiáveis e com apelo aspiracional.
Em 1960, a revista Esquire destacou A. J. Drexel Biddle Jr. como um dos homens mais bem vestidos dos Estados Unidos. O texto ressaltou seu gosto por alfaiates de renome e peças como costumes de linho alpaca e casacos elegantes.
Frazier explicou que Biddle, diplomata e ex-embaixador, dependia de alfaiates de prestígio para manter seu guarda-roupa. Nomes como Bernard Weatherill, E. Tautz, Sulka, Turnbull & Asser e H. Harris aparecem na lista.
Além do estilo de elite, o artigo aponta que roupas de boa qualidade podiam ser encontradas a preços acessíveis. Exemplos citados vão de Marty Sullivan em New Bedford a Andover Shop em Cambridge, entre outros.
Evolução do varejo de moda masculina
A reportagem menciona que grandes lojas regionais também eram polos importantes. Macy’s, Bullock’s, The Broadway, além de cadeias como Jordan Marsh e Filene’s organizaram o comércio. Com o tempo, shoppings substituíram lojas centrais.
Isso coincidiu com o crescimento de redes como J.Crew e Banana Republic, que passaram a oferecer opções confiáveis com aspiração moderada. O texto sugere uma transição do varejo tradicional para formatos de shopping e marcas nacionais.
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