- Wes Gordon, diretor criativo da Carolina Herrera, e o marido, o designer de cristais Paul Arnhold, vivem com os dois filhos em um apartamento no Upper East Side, em Nova York.
- O imóvel clássico de 1920 foi criado/decorado em parceria com o designer de interiores Stephen Sills, com pouca intervenção estrutural.
- A reforma contou com a arquiteta Charlotte Worthy para ampliar janelas, instalar ar-condicionado central, criar um banheiro na suíte principal, além de iluminação e marcenaria.
- A decoração mistura arte de museu, peças herdadas da família e relíquias da antiga casa da família de Paul em Dresden, incluindo porcelana Meissen e objetos Blue John.
- O espaço foi pensado para receber convidados em diversas situações, mantendo um ambiente acolhedor nos ambientes íntimos e espaços para grandes encontros.
Casa de família: a morada de Wes Gordon, diretor criativo da Carolina Herrera, em Nova York
Wes Gordon e Paul Arnhold, casal em Nova York, transformaram um apartamento no Upper East Side em um lar acolhedor e suntuoso. O projeto contou com a participação do designer Stephen Sills e envolve arte de museu e mobiliário de alto padrão.
O casal dividia o espaço com os dois filhos, Henry, 4 anos, e Georgia, 2, além do cachorro Bird, de 13 anos. O apartamento abriga obras e objetos que vêm de diferentes fases da vida de Paul, incluindo relíquias da antiga casa da família em Dresden, Alemanha.
O que aconteceu
A renovação resultou na adaptação de janelas, ar-condicionado central, suíte principal com banheiro, iluminação e marcenaria para atender às necessidades da família. A entrega do trabalho foi realizada sem grandes intervenções estruturais, mantendo o estilo clássico do edifício dos anos 1920.
Quem está envolvido
O projeto foi liderado pelo casal, com a colaboração do designer de interiores Stephen Sills e da arquiteta Charlotte Worthy. Wes traz o toque de moda, enquanto Paul aporta referências de arte e coleções familiares.
Quando e onde
A moradia fica no Upper East Side, em Nova York, em um edifício clássico da década de 1920. A decisão de morar na região veio após mais de uma década de mudanças de bairro, em busca de um lar mais estável para a vida em família.
Por que hinder
A ideia foi criar um verdadeiro lar de família, onde o espaço pudesse acolher tanto convivências cotidianas quanto recepções maiores. O resultado mistura charme, intimidade e suntuosidade, com foco na convivência.
Desenho e estilo
A decoração equilibra gosto contemporâneo de Paul com a tradição preferida por Wes. A arquiteta Worthy elogia a parceria entre eles e destaca a boa comunicação entre estilos distintos como segredo do sucesso.
Detalhes do décor
A residência exibe uma forte herança de arte e mobiliário de museu. Relíquias da casa de Dresden aparecem na sala de estar, suíte principal e escritório, integradas de forma visível aos ambientes.
Espaços-chave
A biblioteca é acolhedora e noturna, com paredes marchetadas originais. A sala de estar é monumental, preparada para receber até 100 convidados, mantendo espaço para encontros familiares. A sala de café da manhã funciona como centro de convivência, próxima à cozinha.
Conclusão da reforma
A dupla considera o processo de renovação como um exercício de respeito mútuo entre gostos. A casa reflete o desejo de um lar autêntico, onde arte, memória e família convivem de forma equilibrada.
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