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Cor e obras de arte dão vida à casa, diz morador

Cores intensas na terceira reforma da casa vitoriana de Ruth Evans ampliam espaços e valorizam sua vasta coleção de arte

In the living area, pops of black, including a Philippe Starck table lamp, bring focus to the primary scheme. The hot-pink sofa is from Caravane.
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  • Ruth Evans, colecionadora de arte e autora, vive há trinta anos em uma casa vitoriana no norte de Londres, hoje na terceira renovação com paleta colorida para valorizar sua grande coleção de arte.
  • A designer de interiores Mika Burdett coordenou a reforma, reorganizando espaços, melhorando armazenamento e criando maior fluxo, com a cozinha recebendo nova iluminação natural e uma área de despensa.
  • A paleta ganhou ainda mais cores: Evans prefere tons vibrantes em vez de neutros, usando serviço de correspondência de cores e persianas coloridas para valorizar as obras.
  • A casa exibe obras de Julian Opie, Howard Hodgkin, Joan Miró, Andy Warhol, Matisse e várias peças de Maggi Hambling; a coleção começou com um Warhol adquirido de forma insegura no passado.
  • Evans ressalta que busca beleza acessível e que a casa deve oferecer harmonia e inspiração diárias, com objetos e gravuras distribuídos por todos os cômodos.

Ruth Evans completou a terceira renovação da casa vitoriana em que vive há 30 anos, em norte de Londres. O foco desta intervenção foi a cores vibrantes que servem de backdrop para a extensa coleção de arte da também autora. A reforma integrou o espaço de convivência, cozinha e áreas de armazenamento.

A moradora contou com a designers de interiores Mika Burdett para orientar o redesenho espacial. Enquanto uma arquiteta cuidou de aspectos estruturais, Burdett tratou da circulação, da iluminação natural e da organização de objetos e obras, buscando uma ambientação que refletisse vida e curiosidade.

Valorização da cor e da prática de arte

Na cozinha, a ampliação de luz natural foi alcançada com uma nova janela, favorecendo o uso de despensa integrada e áreas de apoio. A paleta manteve a preferência por tons fortes, com a ideia de que cores geram alegria e conforto.

Os ambientes exibem obras de artistas como Julian Opie, Howard Hodgkin, Joan Miró, Andy Warhol e Matisse, além de várias peças de Maggi Hambling. A coleção de gravuras, segundo Evans, oferece uma forma acessível de iniciar o colecionismo sem perder o valor estético.

Experiência de compra e origem das peças

A moradora relatou que o início no mercado de arte envolveu erros, incluindo uma compra de Warhol que pagou mais do que o devido por não conhecer o sistema de negociação. Hoje, a estratégia é comprar gravuras e objetos que possam crescer com o tempo.

A ideia central da renovação foi criar um lar harmonioso para convivência. Em todos os cômodos, a decoração prioriza objetos artísticos e utilitários, com cuidado especial para a iluminação de exibição de obras e para espaços de leitura e contemplação.

Filosofia de vida e visão para o espaço

Evans enfatiza que o objetivo não é apenas estocar objetos, mas cultivar beleza de forma consciente. A reforma procurou transformar cada ambiente em palco para a vida cotidiana, contribuindo para uma casa que inspira e acolhe amigos e familiares.

Ela também destacou que a casa já abrigou várias fases da vida: um lar para criar os filhos, um espaço com estilo próprio e, agora, um ambiente que acompanha os dias presentes, com foco na harmonia entre arte, cor e convivência.

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