- Peggy E. Moore formou-se aos 75 anos na Universidade Temple em maio, ao lado da neta que também estudava na mesma instituição.
- Ela começou a faculdade há quarenta e seis anos, interrompeu os estudos para cuidar dos dois filhos e depois retornou aos créditos universitários.
- O filho mais velho, que tinha cardiopatia congênita, morreu aos 19 anos, o que levou Moore a enfrentar depressão; ela recebeu apoio de colegas para seguir estudando.
- A neta Najah Siddiq passou a ser colega de curso, e as duas chegaram a trabalhar juntas em casa para cumprir as tarefas.
- Formada, Moore quer fazer pós-graduação e permanece atuando como especialista administrativa, dizendo que gosta de ajudar os alunos.
Peggy E. Moore, de 75 anos, se formou na Universidade Temple, em Filadélfia, no mês de maio. A cerimônia reuniu a avó e a neta Najah Siddiq, que também era acadêmica na mesma instituição.
A jornada de Moore começou há 46 anos, quando iniciou a faculdade. Ela interrompeu os estudos para cuidar dos filhos e retomou o curso mais tarde, conciliando trabalho e estudo.
A motivação veio após a perda do filho mais velho, vítima de cardiopatia congênita aos 19 anos. A experiência levou Moore a buscar estabilidade profissional e pessoal por meio da formação.
Conquista compartilhada
Ao retornar ao trabalho, Moore enfrentou tristeza e depressão. Um colega de orçamento a sugeriu fazer um curso, o que ajudou a manter o foco. O avanço ocorreu um de cada vez, com créditos acumulados.
Najah Siddiq descreve como a dupla formou um vínculo sólido. Viveram juntas parte da rotina de estudos, o que reforçou o apoio mútuo e o compromisso com o diploma.
A cerimônia marcou o ponto alto da trajetória e trouxe ao redor da família emoções fortes, com as netas assistindo à conquista. A formanda expressou orgulho de ter chegado ao objetivo.
Agora Moore mira pós-graduação e afirma que pretende manter o ritmo. A professora destacou que a motivação é ajudar os alunos, sentimento que a orienta no dia a dia.
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