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Orelhão de rua vira poltrona para sala após reforma de designer

Orelhão de rua vira poltrona após reforma de designer; vídeo viral com sete milhões de visualizações mostra nostalgia gerando negócios e parcerias

Criador de conteúdo e designer compra carcaça de orelhão para decorar casa — Foto: Reprodução/Redes sociais
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  • Gabriel de Sá, designer e criador de conteúdo, comprou a carcaça de um orelhão de rua por R$ 350 no marketplace do Facebook.
  • Ele reformou o objeto e o transformou em uma poltrona para a sala, que funciona como assento e peça decorativa retrô.
  • O vídeo do processo teve mais de 7 milhões de visualizações e mais de 12 mil comentários.
  • Sá não aceitou encomendas; o projeto foi pessoal e ligado ao seu estúdio de design e à produção de conteúdo.
  • A viralização abriu negociações de publicidade em torno de R$ 15 mil; marcas como Leroy Merlin e Mercado Livre elogiaram a reforma.

Gabriel de Sá, designer e criador de conteúdo, viralizou ao relatar a compra e a transformação de um orelhão de rua em poltrona para a sala. O projeto começou após a retirada das carcaças pelas operadoras de telefonia. O caso ganhou destaque nas redes.

A peça foi adquirida por 350 reais, em um marketplace do Facebook. Com o fim das concessões de telefonia fixa, os orelhões passaram a ser armazenados, leiloados ou descartados, abrindo espaço para reutilizações criativas. A história ganhou visibilidade por sua ligação com a memória cultural brasileira.

O vídeo acumulou mais de 7 milhões de visualizações e recebeu milhares de comentários. Apesar de pedidos, Sá manteve o projeto pessoal, sem aceitar encomendas, pois o orelhão foi desenvolvido para ele de forma particular. O estúdio de design dele já atua com marcas diversas.

O projeto abriu portas para negociações de publicidade, com valores próximos a 15 mil reais, segundo o criador. Entre as marcas que comentaram a reforma estão Leroy Merlin e Mercado Livre. Ele destaca que as redes ajudam a atrair futuras parcerias.

Segundo Sá, o objetivo é manter a peça como patrimônio vivo, mantendo a memória das gerações que conviviam com o objeto. O caso serve como exemplo de uso criativo de itens históricos em ambientes domésticos.

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