- A linguista Tatiana Raick, doutora pela UFRJ, ficou viral ao ensinar conjugações do francês nas redes sociais.
- Um vídeo sobre o verbo “coudre” (costurar) atingiu cerca de dez milhões de visualizações em poucos dias.
- Nos comentários, surgiram brincadeiras de quinta série ligadas à sonoridade das palavras, gerando alto engajamento.
- Outro vídeo similar mostra a conjugação de “chuchoter” (sussurrar), somando ao tema de humor popular entre os adolescentes.
- Tatiana afirma que o humor ajuda a tornar mais acessível a gramática francesa, especialmente a pronúncia de fonemas não existentes no português.
O vídeo de uma linguista brasileira alcançou grande repercussão nas redes sociais ao abordar a conjugação de verbos franceses de forma bem-humorada. Tatiana Raick, doutora pela UFRJ, ensinou conjugações no presente de obras como coudre, chuchoter e cou, gerando milhões de visualizações em poucos dias.
A abordagem combina conteúdo técnico com humor simples, voltado a leitores com senso de humor adolescente. O material viralizou no Instagram, destacando o uso pedagógico de piadas para facilitar a compreensão de gramática francesa.
Tatiana Raick, que leciona francês na rede municipal do Rio de Janeiro, afirma que o humor facilita a compreensão de fonemas não existentes no português. Em seus vídeos, a professora explica como pronunciar sons específicos, evitando mal-entendidos entre palavras parecidas.
A leitura fonética pode mudar o sentido de uma frase, segundo a docente, que ressalta que um ajuste de pronúncia pode evitar ambiguidades. Entre os exemplos, destaca-se a palavra beaucoup, cujo som final pode soar como palavrão para ouvidos não acostumados.
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Um segundo vídeo apresentou a conjugação do verbo chuchoter, que significa sussurrar, também com exemplos simples da primeira pessoa ao plural. As reações online incluem humor com as semelhanças sonoras entre francês e português.
Outro termo usado no conjunto de conteúdos é cou, que significa pescoço. A expressão vira motivo de piadas entre adolescentes, segundo Tatiana, que comenta a naturalidade de esse tipo de conteúdo entre diferentes faixas etárias.
A educadora observa que crianças costumam se manter mais receptivas a esse tipo de didática, enquanto pré-adolescentes tendem a rir mais. Em sua experiência, conteúdos leves ajudam a consolidar conceitos de maneira descontraída sem prejudicar o aprendizado.
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