- Casal do Reino Unido educa os filhos em casa enquanto viaja pela Europa em um motorhome comprado em julho de 2025.
- Mãe deixou o emprego de cabeleireira autônoma e adotou o ensino autoguiado, sem horários fixos, após a pandemia de COVID-19.
- Filhos: Reggie, 15 anos; Belle, 8; Shane, 6; Jesse, 4; Nelly, 1 ano; acompanham os pais em viagens pelos Pirineus franceses e por Portugal.
- A família testou a vida na estrada antes, no País de Gales e no Peak District, e planeja manter o estilo de vida até “criar raízes” no exterior.
- O projeto de longo prazo é comprar terreno no exterior para cultivar alimentos e criar animais, sem pressa para se estabelecer; as atividades são compartilhadas nas redes sociais.
Uma família do Reino Unido decidiu mudar radicalmente de estilo de vida para priorizar a convivência e a autonomia educacional. Após a mãe deixar o emprego de cabeleireira, o casal optou por educar os filhos em casa enquanto percorrem a Europa a bordo de um motorhome, comprado em julho de 2025.
A educação dos filhos ocorre de forma autoguiada: os estudantes manifestam interesses e todos estudam em conjunto, sem horários rígidos. A mudança veio logo após a pandemia de Covid-19, alinhando-se ao desejo do casal de evitar o tradicional calendário escolar.
Os filhos Reggie, 15 anos; Belle, 8; Shane, 6; Jesse, 4; e Nelly, 1, acompanham Amy e Shane Edwards na viagem, que já incluiu paradas pelos Pirineus franceses e por Portugal. A família relata que a rotina tem sido de maior liberdade para a aprendizagem.
Antes de se estabelecerem na estrada, o grupo testou a vida nômade com visitas ao País de Gales e ao Parque Nacional Peak District, no Reino Unido. O plano de longo prazo é criar raízes fora do Reino Unido, com o objetivo de facilitar a compra de propriedades.
O conceito envolve a aquisição de um terreno para cultivar alimentos e criar animais, integrando esse manejo ao currículo das crianças. Enquanto não chegam a um destino definitivo, a família mantém o site e as redes sociais atualizados para compartilhar a rotina sem pressa de se fixar.
Segundo a Kennedy News & Media, os pais já discutiam a projeto há nove anos e afirmam ter alcançado maior flexibilidade para a vida em família, sem depender de feriados escolares caros ou de atividades extracurriculares.
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